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PAI NOSSO

PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME, VEM A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU. O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAÍ HOJE, PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO, NÃO NOS DEIXEI CAIR EM TENTAÇÃO MAS LIVRAI-NOS DO MAL. AMÉM.

OLÁ!

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sexta-feira, 28 de abril de 2017

QUANTAS VEZES JESUS APARECEU APÓS SUA RESSUREIÇÃO?

 

É difícil dizer quantas vezes Jesus ressuscitado apareceu às pessoas antes de Sua Ascensão ao Céu. No entanto, podemos verificar que foram muitas vezes. São Paulo disse, por volta do ano 56, que Ele “apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, dos quais a maioria ainda vive e alguns já são mortos; depois apareceu a Tiago e em seguida aos Apóstolos. E, por último de todos apareceu a mim, como a um abortivo” (1 Cor 15,6).

Desta narração de São Paulo já podemos vislumbrar ao menos três aparições de Jesus ressuscitado. Com isso Paulo quer mostrar que ainda hoje (no ano 56) muitos puderam testemunhar o que viram; isto é, a fé na Ressurreição do Senhor repousa sobre uma fé segura.

JESUS MISERICORDIOSO, EU CONFIO EM VÓS!

FAUSTINA E JESUS

Rezemos como a Santa irmã Faustina…

Jesus misericordioso, eu confio em Vós!

Nada me trará medo ou inquietação.

Eu confio em Vós, de manhã e à noite, na alegria e no sofrimento,

Na tentação e no perigo, na felicidade e no infortúnio,

Na vida e na morte, agora e para sempre.

Eu confio em Vós e na oração e no trabalho,

Na vitória e no fracasso, acordada ou a descansar,

Na tribulação e na tristeza, nos meus próprios erros e pecados

Eu quero ter inabalável confiança em Vós.

Sois a âncora da minha esperança,

A estrela da minha peregrinação,

O apoio da minha fraqueza,

O perdão dos meus pecados,

A força da minha bondade,

A perfeição da minha vida,

O consolo na hora da minha morte,

A alegria e bênção do meu Céu.

Jesus misericordioso, Vós, forte tranquilidade

E fortaleza segura da minha alma,

Aumentai a minha confiança e tornai perfeita a minha fé

No Vosso poder e bondade.

Se eu for a mais pobre das Vossas devotas, e a última das Vossas servas,

Desejo, porém, tornar-me grande e perfeita, confiando

Que Vós sois a minha Salvação pelos séculos dos séculos.

Que esta minha confiança seja uma referência para Vós,

Agora e em todos os tempos, sobretudo na hora da minha morte!

Amém.

Santa Faustina

(Irmã Faustina Kowalska)

Fonte: Editora Cléofas

segunda-feira, 24 de abril de 2017

A VERDADEIRA HISTÓRIA DA IMAGEM DA DIVINA MISERICÓRDIA

Esta imagem foi revelada à Santa Faustina em 1931 e o próprio Jesus lhe pediu que a pintasse. Depois, o Senhor lhe explicaria seu significado e o que os fiéis alcançariam com ela. Entretanto, Santa Faustina, ao ver a imagem, achou que “não refletia” toda a beleza de Jesus, mas ele a incentivou.

Três imagens significativas foram pintadas quando se começou a propagar a devoção à Divina Misericórdia. A primeira é a que se fez segundo indicações de Santa Faustina e pelas mãos de Eugenio Kazimirowski, concluída em 1934.

domingo, 23 de abril de 2017

A DIVINA MISERICÓRDIA

O segundo domingo da Páscoa, que encerra a oitava da Páscoa, foi escolhido pelo Papa João Paulo II como um dia mundialmente dedicado e consagrado à Divina Misericórdia. Escolha que deseja tornar conhecido em todo o mundo este atributo máximo de Deus mesmo, que se derrama em amor e misericórdia a toda a humanidade.

Aqui em nossa Arquidiocese essa Festa é marcada por celebrações com muita participação popular na Catedral Metropolitana. Recorda-me que iniciei o meu serviço aqui nesta Igreja exatamente nessa festa dominical, e tive a oportunidade de, mais tarde, criar o Santuário da Divina Misericórdia na paróquia do mesmo nome, em Vila Valqueire.

O DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA

No primeiro domingo após o da Páscoa, a Igreja celebra a Festa da Divina Misericórdia, instituída pelo saudoso papa São João Paulo II, atendendo o pedido que Jesus insistentemente fez a Santa Faustina Kowalska (polonesa), cujo processo de beatificação foi conduzido pelo mesmo Papa.

Por que neste domingo é celebrada a Festa da Divina Misericórdia?

É neste domingo que a Igreja celebra a Instituição da Sagrada Confissão (= Sacramento da Penitência), que Jesus instituiu no mesmo dia de sua Ressurreição. Aparecendo aos Apóstolos reunidos no Cenáculo – no domingo da Ressurreição – Jesus disse: “Recebei o Espírito Santo, aqueles a quem perdoardes os pecados, os pecados lhes serão perdoados; aqueles a quem não perdoardes os pecados, os pecados não serão perdoados” (Jo 20,22).

sexta-feira, 21 de abril de 2017

FÁTIMA: PAPA FRANCISCO VAI PRESIDIR À PRIMEIRA CANONIZAÇÃO DE PORTUGAL

Rito específico acontece no início da Missa do 13 de maio

Lisboa, 20 abr 2017 (Ecclesia) - A canonização de Francisco e Jacinta Marto, a 13 de maio, em Fátima, presidida pelo Papa Francisco, vai ser a primeira cerimónia do género em Portugal.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO

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Sempre quando chega o final de ano, as pessoas dizem: no ano que vem, vou mudar, vou trocar meu carro, vou fazer dieta, etc, etc, etc. Passa o ano e nada acontece.
Mudar... isso temos que fazer todos dias, fazendo caridade, não apenas a caridade material, mas também a espiritual como: orientar um jovem que está perdido, ler mais textos que refrigerem sua alma, textos que te levem ao conhecimento de Deus, porque sem Ele, nós não vamos a lugar nenhum.
Hoje sexta-feira 14/4/17, uma sexta-feira SANTA, onde Jesus nesta hora estava levando chicotada nas costas, sleept, é o som do chicote, é a dor da alma, dor no coração, e o peso da cruz ferindo seus ombros, o cansaço... o sangue esvaindo de seu Santo e Sagrado corpo, todo o martírio por nós, e ainda não o reconhecemos.
Neste momento estamos pensando “ Tenho que ir ao mercado comprar ovos de páscoa para meu filho(a), temos que comprar carne para o churrasco de domingo de páscoa” , sendo que ovo de chocolate e churrasco não são e nunca serão Páscoa.
Jesus deu seu corpo aos carniceiros em prol de nossas vidas, se deixou transpassar pregos entre suas mãos e seus pés, Ele agonizou 6 horas e ainda vai um tolo e finca a lança em seu peito já doído pelas marcas do mundo hostil, falecendo as 3 horas da tarde.
É momento de refletir, pensar e se perguntar, por que Deus me deu esta vida?, o que eu estou fazendo aqui?, para que estou aqui?
Por que conheci minha esposa(o)?, porque tenho irmãos, irmãs? etc...
Respostas!!!
Leia a Bíblia, lá você vai encontrar todas. Livro do Eclesiásticos, Provérbios, Sabedoria, o Livro de Jó e por aí vai.
Não deixe Jesus chorar, não tente enganar Deus, pois Ele tudo sabe, tudo vê.


Nilson

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Jesus Fonte de Luz: A SEXTA-FEIRA SANTA

Jesus Fonte de Luz: A SEXTA-FEIRA SANTA: Na Sexta-feira Santa recorda-se a Paixão e morte do Salvador. Todas as funções deste dia estão repassadas de luto pesado, pois é di...



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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

O CULTO PERFEITO A DEUS

Redação (Quarta-feira, 01-02-2017, Gaudium Press) A Missa é o ato de Culto a Deus por excelência, o paradigma mais cabal de homenagem devido ao Criador. De valor infinito, nada pode comparar-se à sua celebração já que somente ela satisfaz plenamente ao Pai Eterno. Por isso não é difícil encontrar nas narrações inspiradas das Sagradas Escrituras, figuras e/ou analogias notáveis à liturgia da Missa.

Em meditações anteriores tivemos ocasião de vincular a celebração Eucarística com augustos momentos da história da salvação: a Anunciação do Anjo a Maria, a Última Ceia no Cenáculo, o encontro dos discípulos de Emaús ou o livro do Apocalipse. Hoje veremos como na Missa se vive em plenitude o Mistério Pascal: padecimentos, morte e ressurreição de Jesus, já que, em sua sequência, a celebração faz presente a via dolorosa do Senhor. O faremos inspirados em uma reflexão de São Pio de Pietrelcina, o popular santo capuchinho. Vamos ao tema.

O culto perfeito a Deus

Sacrifício incruento, a Missa se inicia com o sinal da Cruz; nada mais próprio. Desde o começo da celebração até o ofertório, meditamos a Jesus no Horto das Oliveiras em uma agonia atroz, antevendo os pecados e quanto a humanidade que se dispunha a redimir não lhe acolheria à altura (“veio aos seus e os seus não o receberam”, João 1, 11). A liturgia penitencial e a da Palavra proclamada em seguida estão impregnadas de gravidade.

As leituras estão diretamente dirigidas a cada fiel de maneira pessoal, assim como Jesus falou aos apóstolos presentes no Getsêmani: “não pudeste vigiar nem uma hora comigo?” foi sua queixa ao vê-los dormir. Hoje cabe a nós estar de ouvidos atentos ao Senhor e dizer arrependidos “mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa”.

O ofertório, está significado na etapa da Paixão em que Jesus é tomado prisioneiro pelos soldados comandados pelo traidor. Aí, ao ser preso sem colocar resistência, fica patente que Jesus se oferece para padecer.

O Prefácio, é o canto de louvor e de gratidão que Nosso Senhor dirige ao Pai Eterno que fez possível que, por fim, chegue sua “hora”.

Pode-se dizer que desde o começo da Oração Eucarística até a Consagração nos encontramos com Jesus na prisão, em sua cruel flagelação, em sua coroação de espinhos e em sua via crucis pelas ruas de Jerusalém; etapas do sacrifício redentor que, passando pela Cruz, culminará no sepulcro vazio.

A Consagração do pão e do vinho já é, misticamente, a crucifixão do Senhor. Nela Jesus oferece seu corpo entregue e seu sangue derramado. A aclamação que segue a consagração e as orações que partem do povo fiel, são o ato de culto da Igreja que está reunida em permanência no Calvário, oferecendo ao Pai o sacrifício redentor de Cristo.

Os “mementos” recordam aos fiéis compassivos, mas também aos que obraram sua morte -naquele então e ao longo do tempo- e, enfim, aos mortos: por todos se impetra na Missa: justos e pecadores, vivos e defuntos. Jesus orou por todos em sua Paixão: “perdoai-lhes porque não sabem o que fazem”.

O “Por Cristo, com Ele e nEle”, corresponde ao grito de Jesus: “Pai, em tuas mãos encomendo meu espírito”. O Sacrifício é aceito pelo Pai. Os homens já não estarão em ruptura com Deus; se voltam a encontrar com Ele e entre si. Nesta ocasião se recita a oração dos filhos ao Pai comum: “Pai Nosso que estais nos céus…”.

Na fração do pão se representa o sacrifício que se consome com a morte de Cristo. Estamos diante de um Deus roto, quebrado, aniquilado, dirá Bossuet. Mas de um Deus que, com sua imolação, triunfa sobre o pecado e sobre a morte.

O instante no qual o sacerdote, tendo partido a Hóstia, deixa cair uma pequena partícula no Cálice que contêm o precioso Sangue, significa o momento da Ressurreição, quando o Corpo e o Sangue se reúnem novamente. De fato, é a Cristo vivo e glorioso que recebemos na Comunhão.

A Bênção final com o sinal da Cruz nos dá a fortaleza para viver os mistérios celebrados e nos protege das artimanhas do inimigo. Porque a vida cotidiana deve ser também, à sua maneira, uma oferenda sacrificial, como o é a Missa.

Em muitas sacristias onde o Padre se prepara para a celebração, normalmente há uma frase posta em evidência para recordar-lhe a grandeza do que vai fazer: “Celebra esta Missa como se fosse a primeira, a última, a única”.

Se se tivesse ciência clara e Fé viva na importância da Missa, tudo mudaria na Igreja e no mundo. Eis aqui um ponto de exame de consciência para clérigos e leigos, tema diretamente relacionado com o primeiro mandamento da Lei.

Desgraçadamente, para muitos ir à Missa é perda de tempo. Por outro lado, quando se trata de ir ao restaurante, ao ginásio, sentar-se diante do computador ou ficar rendido nos braços de Morfeu, ‘que domingo delicioso e reparador!’, dizem. Pobres inconscientes, não sabem o que perdem… e que se perdem!

AUTOR: GAUDIUM PRESS

Por Padre Rafael Ibarguren, EP

(Publicado originalmente em www.opera-eucharistica.org)

Traduzido por Emílio Portugal Coutinho

Fonte: Os Arautos do Evangelho

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A PARÁBOLA DA ROSA

Um homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente.

Antes que ela desabrochasse, ele a examinou e viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou: “Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?”

Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa antes mesmo de estar pronta para desabrochar, e ela morreu. Assim é com muitas pessoas.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

OLHE PARA AS MONTANHAS E ELEVE SUA ALMA

“Uma alma que se eleva, eleva o mundo inteiro.” Beata Elisabeth Leseur

O que podemos aprender com as montanhas?

Primeiro, de um ponto de vista científico, devemos entender que existe diferença entre montes, montanhas, serras, cordilheiras… Cada qual com suas características; são umas das mais belas criações de Deus, e ajudam a formar o nosso mundo geográfico, geologicamente falando. As denominações mais antigas indicavam as montanhas como conjuntos de montes, que, por sua vez, seriam elevações consideráveis do terreno. No entanto, hoje não iremos nos ater em definições, mas em que nos representam visualmente.

Você já parou para admirar a beleza das montanhas? Nós que moramos no Vale do Paraíba-SP, temos o grande privilégio de estarmos cercados de montanhas, entre a serra do Mar e a serra da Mantiqueira. Ambas são maravilhosas. Mas para entender o que elas realmente querem nos dizer é preciso admirá-las com os olhos do coração, é preciso elevar a alma!

DESEJO À VOCÊ


Que… “Chuvas de Bênçãos sejam derramadas abundantemente sobre ti e tua Casa“… Que… a Unção de DEUS seja como um bálsamo a envolver tua vida e te Ungir Completamente pela Glória de DEUS“… Que… “DEUS faça prosperar tudo aquilo que vier até tuas mãos, e que de uma semente cresçam milhares de árvores Frutíferas“… Que… “Todas as Promessas de DEUS sejam uma Coroa de Vitória e Vida para você como Prova da Fidelidade do teu DEUS, acerca de tudo o que Ele Fala e Cumpre“… Que… “Rios de águas Vivas corram dentro de tí, purificando, e levando tudo aquilo o que não é de DEUS“. Que…“A Glória de DEUS repouse sobre sua vida…Amém