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PAI NOSSO

PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME, VEM A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU. O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAÍ HOJE, PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO, NÃO NOS DEIXEI CAIR EM TENTAÇÃO MAS LIVRAI-NOS DO MAL. AMÉM.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

FESTUM SACRATISSIMI CORPURIS CHRISTI

 

História da Festa de CORPUS CHRISTI

Solenidade de Corpus Christi é a grande Festa pública que a Igreja dedica ao sacramento da Eucaristia. O dia de Corpus Christi é o dia em que saímos pelas ruas da cidade em procissão, professando o culto latrêutico devido ao Santíssimo Sacramento do Altar. A origem desta Festa está relacionada às revelações que Deus concedeu à Beata Juliana de Mont Cornillon, nas quais ela viu a lua, símbolo da Igreja, como um disco luminoso assinalado por uma mancha escura. Deus lhe revelou que aquela mancha indicava a ausência, no ciclo litúrgico, de uma Festa pública em honra do sacramento da Eucaristia, e lhe solicitou que se empenhasse na missão de cumprir Sua vontade.

Como sabemos, a Igreja dedica duas grandes Festas ao sacramento da Eucaristia: Quinta-Feira Santa, quando comemoramos a instituição deste sacramento, e a Solenidade de Corpus Christi, que é sempre comemorada na primeira quinta-feira após o Domingo da Santíssima Trindade. Alguém pode se questionar: “por que a Igreja não celebra a Festa do Corpo de Deus na Quinta-feira Maior, dia da instituição da Eucaristia?” Porque nesse dia, todo de luto, em que se inicia sua Paixão, não teria podido celebrar sua alegria de modo condizente. Impossível lhe é regozijar-se ao meditar na Morte, pensamento que domina os magnos dias da Semana Santa. A Festa do Corpo de Deus foi igualmente adiada para depois de Pentecostes, para que, cheios das graças e do júbilo do Espírito Santo, pudéssemos celebrar, com toda a pompa, a Festa do Esposo divino que habita entre nós”. (São Pedro Julião Eymard. “A Divina Eucaristia”, volume 1). Impulsionados pelo Divino Espírito, sentimos um imenso prazer em testemunhar que “Ele está no meio de nós!” Impulsionados pelo Consolador de nossas almas, no dia de Corpus Christi, retiramos o Senhor Jesus do sacrário para apresentá-lo ao povo como o Messias prometido, o Salvador vivo e ressuscitado e o estimado Amigo que nos legou, por meio da Eucaristia, o Seu próprio Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Impulsionados pelo Doador de graças, louvamos e glorificamos a Deus por essa dádiva tão extraordinária, que é poder comungar, salmodiando: “Quem me protege e me ampara é meu Deus; é o Senhor quem sustenta a minha vida!” (Sl 53,6)

Por ser uma Festa, é comum que tenhamos guardados no coração bons momentos que vivenciamos nas Solenidades de Corpus Christi. Cada um de nós pode abrir sua alma e compartilhar os segredos e revelar as inúmeras graças que alcançou em um dia de Corpus Christi. Ouçamos as recordações descritas pelo Papa Bento XVI: “Ainda sinto o aroma dos tapetes de flores e ramos de bétula frescos, os adornos nas janelas das casas, os cânticos, os estandartes; ainda ouço os instrumentos de sopro que se atreviam a mais do que eram capazes; e ouço o ruído dos fogos de artifício com que os rapazes exprimiam a sua barroca alegria de viver; mas ao mesmo tempo saudavam a presença de Cristo no povoado como se fosse uma autoridade vinda da cidade, como a autoridade suprema, como o Senhor do mundo”. (Citado por Pablo Blanco em “Joseph Ratzinger, uma biografia”). Inúmeros sacerdotes, abrindo suas almas, podem testemunhar: Devo minha vocação à Festa de Corpus Christi. Inúmeros jovens, demonstrando sua alegria, podem expressar: foi participando da confecção do tapete de Corpus Christi, que eu aprendi que a Igreja é uma comunidade composta por irmãos que possuem dons e carismas distintos. Inúmeras graças e inúmeros encontros que marcaram em definitivo nossas almas, e tudo começou quando aceitamos o convite do Cristo Eucarístico para participar da Festa do Corpo de Deus. E nós, o que podemos testemunhar?

A Festa de Corpus Christi é constituída de dois grandes momentos: a celebração da Santa Missa e a Procissão Eucarística. Como preparativo para a procissão é ato tradicional se revestirem as ruas das cidades com os tapetes de Corpus Christi. Nos dois momentos dessa Festa, nós demonstramos uma imensa alegria; afinal, estamos vivenciando uma Festa de louvor e de ação de graças. Estamos professando que o nosso coração é Tabernáculo do Altíssimo e, graças aos frutos da Eucaristia, somos preservados do pecado, crescemos na caridade e nos assumimos como Igreja, membros do Corpo Místico de Cristo. Como filhos da Igreja, na Festa do Corpo de Deus, “nós levamos Cristo, presente na figura do pão, pelas estradas da nossa cidade. Nós confiamos estas estradas, estas casas, a nossa vida cotidiana à Sua bondade. Que as nossas estradas sejam de Jesus! Que as nossas casas sejam para Ele e com Ele! A nossa vida de todos os dias estejam penetradas da Sua presença!” (Papa Bento XVI, Homilia na Solenidade de Corpus Christi em 26 de maio de 2005).

A Festa de Corpus Christi é a nossa festa! É a Festa dos adoradores do Cristo Eucarístico! É a Festa máxima dos cristóforos! É a Festa dos amantes do Augusto Sacramento! É a Festa de todo aquele que aprendeu a conjugar o verbo eucaristizar! É a Festa de todo aquele que, por inspiração divina, entendeu que “quem vive com Jesus em si, de Jesus e por Jesus, é um tabernáculo, um precioso cibório”. (São Pedro Julião Eymard, Op. cit.). Nesta Festa, somos os convidados de honra do Altíssimo; então, subamos o tom e cantemos com o nosso coração: “Senhor, quando te vejo no sacramento da comunhão, sinto o céu se abrir e uma luz a me atingir, esfriando a minha cabeça e esquentando o meu coração. Senhor, graças e louvores sejam dados a todo momento. Quero te louvar na dor, na alegria e no sofrimento e, se em meio à tribulação, eu me esquecer de Ti, ilumina as minhas trevas com Tua luz”. (Música “O sacramento da comunhão” do Diácono Nelsinho Correia). Vivamos intensamente a Festa de Corpus Christi! Vivamos intensamente a alegria de poder participar do Corpo e Sangue de Cristo que se fazem presentes na Eucaristia!

*Aloísio Parreiras
*Historiador e integrante do Movimento de Emaús
*Fonte: MAB.ORG.BR

CORPUS DOMINI



História da Festa  de CORPUS  CHRISTI

No decorrer de sua história, a nossa Mãe Igreja enfrentou inúmeras heresias. Temos conhecimento de que as primeiras grandes controvérsias teológicas que precisaram ser resolvidas em meio aos concílios ecumênicos versaram sobre a Santíssima Trindade, no primeiro e no segundo Concílios Ecumênicos; sobre o mistério da Encarnação, no terceiro, quarto, quinto e sexto Concílios Ecumênicos; e o problema das imagens, no sétimo Concílio Ecumênico.
Por mais de dez séculos, não ocorreram heresias em relação ao sacramento da Eucaristia. Mas, no início do 2º milênio, essas heresias começaram a surgir. Nesse contexto, as declarações do Magistério da Igreja em relação à Eucaristia começaram a aparecer no 2º milênio, primeiro, durante a Idade Média, em relação à presença real de Cristo na Eucaristia, e, depois, no final da Renascença, durante a Contra-Reforma, sobre a natureza sacrificial da Santa Missa. Em meio a todo esse contexto, a Igreja definiu a Solenidade de Corpus Christi.
No século XI, surgiu a heresia de Berengário de Tours que negava a presença de Cristo na Eucaristia. Berengário “foi quem primeiro se atreveu a negar a conversão eucarística; a Igreja condenou-o porque nunca quis se retratar. Gregório VII obrigou-o a prestar um juramento nestes termos: ‘Creio de coração e confesso de palavra que o pão e o vinho, colocados sobre o altar, se convertem substancialmente, pelo mistério da oração sagrada e das palavras do nosso Redentor, na verdadeira, própria e vivificante Carne e no Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo; e que, depois de consagrados, são o verdadeiro Corpo de Cristo, que, nascido da Virgem e oferecido pela salvação do mundo, esteve suspenso na Cruz e agora está sentado à direita do Pai; como também o verdadeiro Sangue de Cristo, que saiu do seu peito. Não está Cristo somente em figura em virtude do Sacramento, mas na sua natureza própria e na sua verdadeira substância”. (Mysterium Fidei, 54). Poucos anos depois, a Igreja enfrentou ainda a heresia dos Valdenses e, em função de tudo isso, em 1215, o Concílio Ecumênico de Latrão utilizava pela primeira vez a palavra “transubstanciação”, afirmando: “O Corpo e o Sangue de Cristo no Sacramento do Altar estão verdadeiramente contidos sob as espécies do pão e do vinho, transubstanciados o pão, no Corpo, e o vinho, no Sangue, pelo poder divino”.
Diante desse panorama de surgimento de heresias que contestavam a Sua presença na Eucaristia, Jesus Cristo se revelou a uma freira de nome Juliana de Mont Cornillon, manifestando-lhe a necessidade de se incluir, nas solenidades do culto oficial da Igreja, uma comemoração especial em honra ao Santíssimo Sacramento. Surgia assim, a Festa de Corpus Christi, que foi celebrada pela primeira vez em Liége, na Bélgica. Corpus Christi, desde o início, é uma festa popular, revestida de inúmeras manifestações de fé, que é refletida nos solenes hinos. “Essa festa, estendida pelo papa Urbano IV, em 1264, a toda a Igreja Latina, constitui, por um lado, uma resposta de fé e de culto às doutrinas heréticas(...) e, por outro lado, foi a coroação de um movimento de grande devoção ao augusto sacramento do altar”. (Diretório, 160).
Juntamente com Corpus Christi, “nasceram igualmente muitas outras instituições de piedade eucarística, que, por inspiração da graça divina, foram sempre em progresso. Com elas se empenha a Igreja Católica, quase à porfia, não sabemos se mais em honrar a Cristo, em lhe dar graças por dádiva tão extraordinária, ou em implorar a sua misericórdia”. (Mysterium Fidei, 65). Hoje, do mesmo modo que há oito séculos, o povo em procissão anuncia publicamente que o sacrifício de Cristo é para a salvação do mundo inteiro. Em procissão, cantamos e rezamos, proclamando junto com Santo Irineu de Leão que “a Presença Eucarística é a síntese de toda a história da Salvação”. Ou ainda: “Deus se fez temporal a fim de que nós homens, seres fugazes, nos tornássemos eternos”. Corpus Christi é de fato um testemunho de piedade eucarística. Corpus Christi é a realização da promessa de Cristo: “Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí Eu estarei presente no meio deles”. (Mt 18,20). Em procissão, demonstramos a alegria de pertencer ao Corpo Místico de Cristo. Somos um só corpo, com Ele.
Verdadeiramente, a Eucaristia é a suprema oração dos cristãos, a oração das orações e, por isso, “com humilde ufania acompanharemos o Sacramento eucarístico ao longo das ruas da cidade, ao lado dos edifícios, onde o povo vive, se alegra, sofre; no meio dos negócios e escritórios nos quais se desenvolve a atividade cotidiana. Levá-lo-emos ao contato com a nossa vida insidiada por mil perigos, oprimida por preocupações e sofrimentos, submetido ao lento mas inexorável desgaste do tempo”. (Homilia do Papa João Paulo II na Mensagem de Corpus Christi em junho de 2000). Nesse ato público de fé, anunciamos que temos necessidade de participar da Eucaristia para sermos bons trabalhadores, bons estudantes e, principalmente, bons adoradores do único e verdadeiro Deus. Cristo eucarístico nos leva a adquirir a consciência de que “nenhuma comunidade cristã se edifica sem ter a sua raiz e o seu centro na celebração eucarística”. (Ecclesia de Eucharistia, 33)
Corpus Christi é uma demonstração visível da fé que professa que a Eucaristia “é o tesouro da Igreja, o coração do mundo, o penhor da meta pela qual, mesmo inconscientemente, suspira todo o homem”. (Ecclesia de Eucharistia, 59). Em sua penúltima Carta apostólica, o Papa João Paulo II nos diz: “Neste ano, seja vivida com particular fervor a solenidade do Corpus Domini com a tradicional procissão. A fé neste Deus que, tendo encarnado, Se fez nosso companheiro de viagem, seja proclamada por toda a parte particularmente pelas nossas estradas e no meio das nossas casas, como expressão do nosso amor agradecido e fonte inexaurível de bênção”. (Mane Nobiscum Domine, 18). Atendendo ao apelo de João Paulo II, vamos alegremente entoar: “Ao Eterno Pai cantemos e a Jesus, o Salvador. Ao Espírito exaltemos, na Trindade, eterno amor. Ao Deus Uno e Trino demos a alegria do louvor”.
Participar de Corpus Christi é demonstrar que a fé é individual: eu creio. Mas, participar de Corpus Christi é demonstrar também que a fé é comunitária: nós cremos. Cremos que, na Eucaristia, Jesus Cristo se faz presente com Seu Corpo, Seu Sangue, Sua Alma e Sua Divindade. Como é bom poder bradar que “a Eucaristia torna constantemente presente Cristo ressuscitado, que continua a oferecer-se a nós, chamando-nos a participar da mesa do seu Corpo e do seu Sangue. Da comunhão plena com Ele, brotam todos os outros elementos da vida da Igreja, em primeiro lugar, a comunhão entre todos os fiéis, o compromisso de anúncio e testemunho do Evangelho, o fervor da caridade para com todos, especialmente para com os pobres e os pequeninos". (1ª Mensagem de sua Santidade Bento XVI no final da concelebração eucarística com os cardeais eleitores na Capela Sistina em 20 de abril de 2005).
Testemunhando as maravilhas que Deus opera em nós, por meio da Eucaristia, vamos juntos, com entusiasmo e uma enorme satisfação, proclamar que a “Igreja vive da Eucaristia, vive da plenitude desse sacramento”. (Redemptor Hominis, 20). E, não só em Corpus Christi, mas em todos os dias, peçamos com ardor ao Cristo:
“Fica conosco, Senhor!” (Lc 24,29).
*Aloísio Parreiras
*Historiador e integrante do Movimento de Emaús
*Fonte: MAB.ORG.BR









segunda-feira, 27 de maio de 2013

ESCOLHA A PÉROLA

 

45. O Reino dos céus é ainda semelhante a um negociante que procura pérolas preciosas.

46. Encontrando uma de grande valor, vai, vende tudo o que possui e a compra.

Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/sao-mateus/13/#ix...

Eu dou graças a Deus, Uno e Trino por ter, mais uma vez, aberto meus olhos espirituais para esta Pérola de grande valor que é a Igreja Católica. Consegui transpor as barreiras do preconceito e das ilusões e alcançar a compreensão interior de que o que o mundo rejeita e humilha, Deus eleva. Em meu sofrimento de buscadora, daquela que muitas vezes chorava por nada ver além de imagens embaçadas, hoje posso ver com mais nitidez a grandeza e profundidade dos ensinamentos espirituais da Igreja e sentir seus efeitos em minha vida. Deixo-me guiar como criança pelas mãos da Virgem Maria através da oração diária do Terço e pelas instruções do Amado Jesus nos Evangelhos.

Sinto o Amor do Pai...do Filho...do Espírito Santo...

Desta vez o que me fez VER foi o sofrimento. No sofrimento senti a Presença de Nossa Mãe e Jesus Misericordioso.

"Volta, minha filha!" - dizia Nossa Mãe.

"Estou aqui e te amo." - disse Jesus

"Aqui é Lugar" - dizia meu anjo da guarda.

- Impossível. - eu respondia. -Não tem como voltar para esta Casa. - dizia olhando tudo que eu tinha feito; eu tinha um trabalho que considerava mesmo "serviço espiritual", tinha adotado o nome de Fada e me tornado muito popular entre os "trabalhadores da Luz". -Não dá prá abrir mão de tudo isso.

Eu também pensava que, num mundo com tantas religiões, caminhos e "verdades", como eu poderia me conter em apenas uma religião? Não...não dava!

A qualquer momento que eu precisasse, eu quisesse, a Casa do Pai estava aberta. E precisei muitas vezes.

Foi no TESOURO DA IGREJA que encontrei forças para suportar meu sofrimento e dele retirar a ALEGRIA DE SER AMADA POR UM DEUS MISERICORDIOSO!

É... neste estágio da história pessoal, consegui! Não sei como, mas consegui; não por mérito mas por graça, mas consegui ! Estou trocando tudo por esta PÉROLA DE GRANDE VALOR !

E estou escrevendo isso hoje porque recebi uma mensagem de uma irmãzinha que me perguntou QUAL É O CAMINHO CERTO 

Irmãzinha, siga as pistas do Caminho. Ore para Nossa Mãe Maria e a Jesus. Converse com Eles e as respostas virão. Seja a criança de Deus e abra seus coração para o"Mistério da Fé".

Escolha a Pérola de Grande Valor e viva na Alegria do Amor Divino! Ela é pequena, o mundo não A conhece, é como o grão de mostarda:

Jesus disse ainda: "O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e semeou no seu campo. É a menor de todas as sementes, mas depois de crescer, torna-se a maior de todas as leguminosas e faz-se árvore, de sorte que as aves do céu vêm abrigar-se nos seus ramos".
Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/conhecendo-a-biblia-sagrada/30/#ix...

Estamos juntas, em UNIDADE com Cristo na Alegria!

domingo, 26 de maio de 2013

DOMINGO DA SANTÍSSIMA TRINDADE




Santíssima Trindade – Domingo 26/05/13
Salmo 8
— Ó Senhor, nosso Deus, / como é grande vosso nome /por todo o universo!
— Ó Senhor, nosso Deus, /como é grande vosso nome /por todo o universo!
— Contemplando estes céus que plasmastes/ e formastes com dedos de artista;/ vendo a lua e estrelas brilhantes, perguntamos: /”Senhor, que é o homem,/ para dele assim vos lembrardes/ e o tratardes com tanto carinho?”
— Pouco abaixo de Deus o fizestes,/ coroando-o de glória e esplendor;/ vós lhe destes poder sobre tudo,/ vossas obras aos pés lhe pusestes:
— as ovelhas, os bois, os rebanhos,/ todo o gado e as feras da mata;/ passarinhos e peixes dos mares,/ todo ser que se move nas águas.
As três pessoas da Santíssima Trindade é um só Deus em Três Pessoas distintas.  O Pai, o Filho e o Espírito Santo, possuem a mesma natureza divina, a mesma grandeza, bondade e santidade.  Apesar disso, através da história, a Igreja tem observado que certas atividades são mais apropriadas a uma pessoa que a outra. A Criação do mundo é mais apropriada ao Pai, a redenção ao Filho e  a Santificação, ao Espírito Santo.  Nenhuma das Três pessoas Trinitárias exerce mais ou menos poder sobre as outras. Cada uma delas  tem toda a divindade, todo poder e toda a sabedoria. E justamente, nesta breve dissertação,  constatamos a profundidade do mistério da Santíssima Trindade, ante a complexidade em assimilar a magnitude de Três pessoas distintas formando um só Deus.  Trata-se, portanto, de um grande mistério, central da fé cristã.  As Escrituras são claras a respeito da Santíssima Tindade, desde o antigo, até o novo Testamento.
                                    A festa da Santíssima Trindade é um dos dias  mais importantes do ano litúrgico. Nós, como cristãos a celebramos convictos pelos ensinamentos da Igreja, que possui a plenitude das verdades reveladas por Cristo. É dogma de fé estabelecido,  a essência de um só Deus em Três Pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. É um mistério de difícil interpretação, impossível, de ser assimilado pelas limitações humanas.  
                                    Há séculos a Santa Igreja ensina o mistério de Três Pessoas em um só Deus, baseada nas claras e explícitas citações bíblicas.  Mas desaconselha a investigação no sentido de decifrar tão grande mistério, dada a complexidade natural que avança e se eleva para as coisas sobrenaturais. 
                                    Santo Agostinho de Hipona, grande teólogo e doutor da Igreja,  tentou exaustivamente compreender este inefável mistério.  Certa vez, passeava ele pela praia,  completamente compenetrado, pediu a Deus luz para que pudesse desvendar o enigma.  Até que deparou-se com uma criança brincando na areia. Fazia ela um trajeto curto, mas repetitivo.  Corria com um copo na mão até um pequeno buraco feito na areia, e ali despejava a água do mar;  sucessivamente voltava,  enchia o copo e o despejava novamente. Curioso, perguntou à criança o que ela pretendia fazer.  A criança lhe disse que queria colocar toda a água do mar dentro daquele buraquinho.  No que o Santo lhe explicou ser impossível realizar o intento. Aí  a criança lhe disse: “É muito mais fácil o oceano  todo ser transferido para este buraco, do que compreender-se o mistério da Santíssima Trindade”. E a criança, que era um anjo, desapareceu... 
                                    Santo Agostinho concluiu que a mente humana é xtremante limitada para poder assimilar a dimensão de Deus e, por mais que se esforce, jamais poderá entender esta grandeza por suas próprias forças ou por seu raciocínio. Só o compreenderemos plenamente, na eternidade, quando nos encontrarmos no céu com o Pai, o Filho e o Espírito Santo. 
                                    Ao participarmos da Santa Missa observamos  que, desde o início, quando nos benzemos, até o momento da bênção trinitária final,  constantemente o sacerdote invoca a Santíssima Trindade, particularmente durante a pregação eucarística.   As orações que o padre pronuncia após a consagração, que por certo são dignas de serem ouvidas com atenção e recolhimento, são dirigidas a Deus Pai, por mediação de Jesus Cristo, em unidade com o Espírito Santo. E é na missa onde o cristão logra vislumbrar, pela graça do Espírito Santo, o mistério da Santíssima Trindade.  Devemos, neste momento,  invocar a Deus Trino, que aumente nossa fé, porque sem ela, será impossível crer neste mistério, mistério de fé no sentido estrito. Mesmo sem conseguir penetrar na sua essência o cristão deverá, simplesmente, crer nele. 
                                    O mistério da  Santíssima Trindade é uma das maiores  revelações feita por Nosso Senhor Jesus Cristo.  Os judeus adoram a unicidade de Deus e desconhecem  a pluralidade de pessoas e a sua unidade substancial.  Os demais povos adoram a multiplicidade de deuses.  O cristianismo é a única religião que, por revelação de Jesus,  prega ser Deus uno em três pessoas  distintas:
DEUS PAI – Não foi criado e nem gerado. É o “princípio e o fim, princípio sem princípio”;  por si só, é Princípio de Vida, de quem tudo procede;  possui absoluta comunhão com o Filho e com o Espírito Santo.  Atribui-se ao Pai a Criação do mundo.
DEUS FILHO – Procede eternamente do Pai, por quem foi gerado, não criado. Gerado pelo Pai porque assumiu no tempo Sua natureza humana, para nossa Salvação. É Ele Eterno e consubstancial ao Pai (da mesma natureza e substância). Atribui-se ao Filho a Redenção do Mundo.   
DEUS ESPÍRITO SANTO – Procede do Pai e do Filho; é como uma expiração, sopro de amor consubstancial entre o Pai e o Filho;  pode-se dizer que Deus em sua vida íntima é amor, que se personaliza no Espírito Santo. Manifestou-se primeiramente no Batismo e na Transfiguração de Jesus;  depois no dia de Pentecostes sobre os discípulos. Habita nos corações dos fiéis com o dom da caridade. Atribui-se ao Espírito Santo a Santificação do mundo.
                                    O Pai é pura Paternidade,  o filho é pura Filiação e o Espírito Santo, puro nexo de Amor. São relações subsistentes, que em virtude de  seu impulso vital, saem um ao encontro do outro em perfeita comunhão, onde a  totalidade da Pessoa está aberta à outra distintamente. Este é o paradigma supremo da sinceridade e liberdade espiritual a que devem ter as relações interpessoais humanas, num perfeito modelo transcendente, só assim, compreensível ao entendimento humano.  É desta forma que devemos conhecer a mensagem a Santíssima Trindade, mesmo sem alcançar os segredos do seu mistério.  Desta maneira, devemos nos comprometer a  adquirir certas atitudes nas nossas relações humanas.  A Igreja nos convida a “glorificar a Santíssima Trindade”, como manifestação da celebração. Não há melhor forma de fazê-lo, senão revisando as  relações com nossos irmãos, para melhorá-las e assim viver a unidade querida por Jesus: “Que todos sejam um”.















sábado, 25 de maio de 2013

CATEQUESE DO PAPA FRANCISCO SOBRE O ESPÍRITO SANTO–08/05/2013

 

Catequese
Praça de São Pedro, no Vaticano
Quarta-feira, 08 de maio de 2013

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

O tempo Pascal que, com alegria estamos vivendo, guiado pela liturgia da Igreja, é por excelência o tempo do Espírito Santo dado “sem medida” (cf. Jo 3:34) por Jesus crucificado e ressuscitado. Este tempo de graça termina com a festa de Pentecostes, quando a Igreja revive o derramamento do Espírito Santo sobre Maria e os Apóstolos reunidos em oração no Cenáculo.

Mas quem é o Espírito Santo? No Credo professamos com fé: “Creio no Espírito Santo, que é Senhor e nos dá a vida.” A primeira verdade a qual aderimos no Credo é que o Espírito Santo é Kyrios, Senhor. Isto significa que Ele é verdadeiramente Deus, como são o Pai e o Filho, objeto, de nossa parte, do mesmo ato de adoração e glorificação que elevamos ao Pai e ao Filho. O Espírito Santo, de fato, é a terceira Pessoa da Santíssima Trindade, é o grande dom do Cristo ressuscitado  que abre as nossas mentes e nossos corações à fé em Jesus como Filho enviado pelo Pai, que nos leva à amizade, à comunhão com Deus.

Mas eu quero focar no fato de que o Espírito Santo é a fonte inesgotável da vida de Deus em nós. O homem de todos os tempos e todos os lugares deseja uma vida plena e bela, justa e boa, uma vida que não seja ameaçada pela morte, mas que possa amadurecer e crescer até sua plenitude. O homem é como um viajante que, atravessando os desertos da vida, tem sede de água viva, abundante e fresca, capaz de saciar seu profundo desejo de luz, de amor, de beleza e paz. Todos nós sentimos esse desejo! E Jesus nos dá essa água viva, o Espírito Santo que procede do Pai e que Jesus derrama em nossos corações. “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”, Jesus nos diz (Jo 10,10).

Jesus promete à samaritana uma “água viva”, com abundância e para sempre a todos aqueles que O reconhecem como o Filho enviado pelo Pai para nos salvar (cf. Jo 4, 5-26; 3:17). Jesus veio para nos dar esta “água viva” que é o Espírito Santo, para que a nossa vida seja guiada por Deus, animada por Ele, alimentada por Ele. Quando dizemos que o cristão é um homem espiritual, queremos dizer exatamente isso: o cristão é alguém que pensa e age segundo Deus, segundo o Espírito Santo. Mas me pergunto: e nós, pensamos segundo Deus? Agimos de acordo com Deus ou nos deixamos guiar por tantas outras coisas que não Deus? Cada um de nós deve responder a isto no profundo de seu coração.

Neste ponto, podemos nos perguntar: por que esta água pode saciar plenamente a nossa sede? Sabemos que a água é essencial para a vida; sem água morremos, ela sacia, lava, torna fecunda a terra. Na carta aos Romanos encontramos esta expressão: “o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (5:5). Água viva, o Espírito Santo, dom do Ressuscitado que habita em nós, nos purifica, nos ilumina, nos renova, nos transforma para que nos tornemos participantes da própria vida de Deus, que é Amor. Por isso, o apóstolo Paulo afirma que a vida do cristão é animada pelo Espírito e seus frutos, que são “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl 5:22-23).O Espírito Santo nos introduz à vida divina como “filhos no Filho Unigênito”.

Em outro trecho da carta aos Romanos, que já mencionamos outras vezes, São Paulo resume tudo nestas palavras: “Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. E vós… recebestes o Espírito que nos torna filhos adotivos, pelo qual clamamos: ‘Abba, Pai’!. O mesmo Espírito, em união com o nosso espírito, comprova que somos filhos de Deus e, se filhos, também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, se sofremos com Ele, para que também sejamos glorificados com Ele” (8, 14-17).

Este é o dom precioso que o Espírito Santo coloca em nossos corações: a própria vida de Deus, vida de verdadeiros filhos, uma relação de confiança, liberdade, confiança no amor e na misericórdia de Deus, que tem como efeito também um novo olhar ao outro, próximo ou distante, cada vez mais visto como irmão e irmã em Jesus, a ser respeitado e amado.

O Espírito Santo nos ensina a olhar com os olhos de Cristo, a viver a vida como Ele viveu, a entender a vida como Ele entendeu. É por isso que a água viva, que é Espírito Santo, sacia a nossa vida, porque nos diz que somos amados por Deus como filhos, que podemos amar Deus como filhos e que por sua graça podemos viver como filhos de Deus, como Jesus. E nós, escutamos o Espírito Santo? O que podemos dizer em relação ao Espírito? Dizem: Deus te ama. Dizem isso a nós. Deus te ama. Nós realmente amamos Deus e os outros como Jesus?

Deixemo-nos guiar pelo Espírito Santo, que Ele nos fale ao coração e nos diga isto: que Deus é amor, que Deus nos espera, que Deus é Pai, que nos ama como um verdadeiro Pai, nos ama verdadeiramente e isso somente o Espirito Santo nos diz ao coração. Sintamos o Espírito Santo, escutamos o Espírito Santo e vamos em frente pelo caminho do amor, da misericórdia e perdão. Obrigado.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O BOM PASTOR

“Eu vos Amo, Minha ovelha
Eu vos Amo e morri por vós.
Eu vos Amo e ressuscitei por vós.
Eu vos Amo e ascendi por vós.
E por vós mandei o Espírito Santo
Acender em vossa Alma os sete dons.
Digo-vos isso, minha ovelha
A vós e a todas as ovelhas de Meu rebanho.
Eu Sou o bom Pastor
E cuido de minhas ovelhas
Com um profundo zelo e grande amor.
Não descanso se uma ovelha se perde.
Eu reconduzo todas as minhas ovelhinhas desgarradas.
Não perderei nenhuma que me pertence.
Conto com vossa ajuda para esta grande missão.”
(dos diálogos de Jesus com a Pequena Nada)

Em João 10, capítulo 11, Ele nos diz:

“Eu sou o Bom Pastor. O Bom Pastor que expõe a sua vida pelas ovelhas.”

quinta-feira, 23 de maio de 2013

PAPA FRANCISCO

Homilia do Papa Francisco

O Senhor remiu a todos com seu sangue

Certezas do papa na missa diári

  Cidade do Vaticano,   22 de Maio de 2013 

"Fazer o bem" é um princípio que une toda a humanidade, indo além da diversidade de ideologias e de religiões, e cria aquela cultura do encontro que é o fundamento da paz. Foi assim que se expressou o papa na missa desta manhã na Casa Santa Marta, transmitida pela Rádio Vaticano e concelebrada com o cardeal Béchara Boutros Raï, patriarca de Antioquia dos Maronitas. Participaram alguns funcionários do Vaticano.

O evangelho desta quarta-feira nos mostra os discípulos de Jesus tentando impedir uma pessoa externa ao grupo de fazer o bem. "Eles se queixam", disse o papa na homilia, "e dizem o seguinte: ‘Se ele não é um de nós, ele não pode fazer o bem. Se não é do nosso partido, não pode fazer o bem’. E Jesus os corrige: ‘Não os impeçam. Deixem os outros fazer o bem’. Os discípulos eram um pouco intolerantes”, comentou o papa, “fechados na ideia de ser os donos da verdade, na crença de que aqueles que não têm a verdade não podem fazer o bem. E estavam errados. Por isso, Jesus amplia os horizontes deles”.

“A origem desta oportunidade para fazer o bem que todos temos está na criação. Nosso Senhor nos criou à sua imagem e semelhança e nós somos imagem do Senhor. Ele faz o bem e todos nós temos este mandamento no coração: fazer o bem e não fazer o mal. Todos. ‘Mas, padre, este aqui não é católico! Ele não pode fazer o bem!’. Pode, sim. E deve. Não pode: deve! Porque ele tem este mandamento na alma. ‘Mas, padre, este aqui não é cristão, ele não pode fazer o bem!’. Pode. E deve fazer. Esta mesquinhez de achar que ‘os de fora’ não podem fazer o bem é um muro que nos leva à guerra e a um tipo de ato que alguns pensaram ao longo da história: matar em nome de Deus. Nós não podemos matar em nome de Deus. Isso é simplesmente uma blasfêmia. Dizer que se pode matar em nome de Deus é uma blasfêmia".

"Nosso Senhor nos criou à sua imagem e semelhança e nos deu este mandamento no coração: fazer o bem e não fazer o mal".

"O Senhor remiu a todos, redimiu todos nós com o sangue de Cristo: todos, não só os católicos. Todos! 'Padre, e os ateus?’. Os ateus também. Todos! E este sangue nos torna filhos de Deus de primeira classe! Nós fomos criados filhos à imagem de Deus e o sangue de Cristo redimiu todos nós! E todos nós temos o dever de fazer o bem. E este mandamento para todos nós de fazer o bem eu acho que é um bom caminho para a paz. Se nós, cada um de nós, fizer o bem aos outros, pouco a pouco, lentamente, realizamos aquela cultura do encontro: aquela cultura de que tanto precisamos. Encontrar-se fazendo o bem. ‘Mas eu não acredito, padre, eu sou ateu!’. Mas faça o bem: vamos nos encontrar lá".

"Fazer o bem não é uma questão de fé, mas um dever, um cartão de identidade que o Pai deu a todos nós, porque Ele nos fez à sua imagem e semelhança. E ele faz o bem, sempre".

O papa Francisco terminou a homilia dizendo: "Hoje é dia de Santa Rita, padroeira das coisas impossíveis, embora isto pareça impossível. Peçamos a ela esta graça, esta graça de que todos, todos, todas as pessoas, façam o bem, e que todos nós nos encontremos nesta obra, que é uma obra da criação, que se assemelha à criação do Pai. Uma empresa familiar, porque todos somos filhos de Deus: todos, todo o mundo! E Deus ama a todos nós! Que Santa Rita nos conceda esta graça, que parece quase impossíve.

Argumentos: Papa Francisco

quarta-feira, 22 de maio de 2013

EDUCAR O OLHAR…


Se você colocar um falcão em um cercado de 1m², inteiramente aberto em cima, ele se tornará um prisioneiro, apesar de sua habilidade para o vôo.
A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra.
Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.




O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado.
Se for colocado em um piso completamente plano, tudo o que ele conseguirá fazer será andar de forma confusa e dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar ao vôo.






Um zangão, se cair em um pote de vidro aberto em cima, ficará lá até morrer ou ser removido.
Ele não vê a saída no alto, por isso persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo.
Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente de tanto se atirar contra as paredes do vidro.
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo acima.




Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado(a) de problemas por todos os lados, olhe para cima!
E lá estará a saída: Deus... À distância de uma oração!
Confie Nele!

terça-feira, 21 de maio de 2013

PERGUNTANDO PARA DEUS…

 

Hoje eu orei e fiz uma pergunta à DEUS... Senhor o que eu preciso para recomeçar? E Deus me respondeu...entregue a mim todas as suas preocupações e deixe eu cuidar que tudo seja determinado, sonhe, tenha fé, não desanime, busque dentro de você a força que eu soprei quando lhe formei!  Você é capaz de transpor barreiras, por isso não desista, eu sou o teu Deus e te criei para ser um vencedor! Nunca te abandonarei, pois eu te amo e sou o Deus do impossível!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

VOCÊ PODE VOLTAR PARA CASA

Você pode voltar para casa
Thomas Wolfe estava certo de uma maneira quando escreveu aquelas palavras memoráveis: “Você não pode voltar para casa novamente.” As coisas no plano material estão sempre mudando. As pessoas morrem. Prédios viram ruínas. Campos verdes são asfaltados. Mas ele estava errado no sentido maior. Nós podemos voltar à casa do nosso Pai celestial. Sempre se presume isso na parábola do filho pródigo. A ênfase da parábola é naquelas atitudes que nos fazem voltar a Deus, ou que nos afastam dele.
O pai do pródigo não interferiu para salvar seu filho das consequências da sua tolice. Ele o permitiu sentir cada derrota que as suas escolhas tolas lhe haviam trazido, com a esperança de que a experiência dura seria bem sucedida na hora que o conselho sábio havia falhado. Este tipo de amor não é fácil. É instintivo os pais pouparem seus filhos da dor. Mas é muito melhor uma dor temporária que uma agonia sem fim. No mesmo espírito, Deus sujeitou a criação à vaidade . . . na esperança (Romanos 8:20). Muitos pais hoje poderiam encontrar uma lição nesta história. O amor às vezes tem que ser duro. Você não pode mimar os filhos para terem caráter piedoso e amor. Apenas a piedade humilde dos pais expressa em disciplina paciente e sem vacilação oferece alguma esperança de ser bem sucedido.
Deus nos envia dificuldades quando nós nos afastamos dele? Talvez ele não precise, pois a nossa própria tolice parece trazer bastante miséria e dor por si só. Mas o amor de Deus é tanto que ele certamente não se esforçaria para afastar Manassés de sua orgia da idolatria, Deus o mandou a Babilônia nas correntes – amarrado pela sua própria rebeldia (2 Crônicas 33:10-13). Assim também com o pródigo. Com uma visão bem mais clara do seu pai e da casa do seu pai e com o coração partido pelo arrependimento, ele voltou resolutamente para casa. O que se foi com exigências de “me dê” agora volta implorando “me faça...”. Que diferença faz uma atitude!
A volta para casa
“E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou” (Lucas 15:20). A volta do filho pródigo aparentemente não pegou o pai de surpresa. Não porque ele pensava cinicamente com frequência, “Apenas espere, o tolo voltará aqui correndo com o rabo entre as pernas” mas porque teriam tido poucos dias nos quais ele não olhou ansiosamente pela estrada na qual com o coração partido ele havia visto a silhueta do seu filho se recuar pela última vez. Ele o avistou de longe porque estava procurando-o, esperando e ansiando por sua volta. O pai não ficou esperando com a dignidade ofendida. Correu a ele e o beijou repetidas vezes (veja Lucas 7:38, onde aparece o mesmo verbo grego). Não havia comentários sobre a sua aparência patética; não havia palavras críticas sobre a dor que a sua partida havia causado; nenhum sermão a respeito dos deveres dos bons filhos. Mesmo as palavras bem planejadas do menino ficaram incompletas pela interrupção do seu pai chamando pelo início de uma comemoração.
Que imagem de Deus é esta. Deus correrá, você pergunta? O filósofo antigo que observou que os grandes homens não correm tinha um sentido pervertido de grandeza. Grandes homens especialmente correm. Correm sem prestar atenção em nada além da necessidade dos outros. Correm com alegria e compaixão. E Deus, que é o maior de todos, corre para encontrar todos que vão ao seu encontro. Lembrem-se, “Deus amou o mundo de tal maneira....”
Deus não dá bronca, você diz? Sim, ele dá, mas apenas para aqueles que não estão já com os corações partidos com sua falta de merecimento pecaminosa. Para os verdadeiramente penitentes, não há crítica (Tiago 1:5), apenas misericórdia e encorajamento que alivia.
Acho seguro dizer que o pródigo que voltava ficou estonteado pela recepção do seu pai. Ele, sem dúvida, havia se preparado para o pior e nos seus sonhos mais otimistas não imaginava isso. Talvez pela primeira vez ele percebeu o quanto o seu pai o amava. Certamente nunca entrou na sua cabeça dizer “Isso será mais fácil do que pensei”. Apenas as pessoas que não sabem o que fizeram e o que merecem entreteriam um pensamento tão desonrado. Ele sabia. Ele sabia muito bem. E por esta razão não havia no lugar no seu coração lugar para qualquer outro sentimento, a não ser a gratidão incrédula pelo amor extravagante do seu pai.
E assim começou a festa. Que regozijo! Que exultação inexpressível! O anseio mais forte do pai havia se realizado. Nada lhe foi poupado. “porque este teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado”.
Com que força Jesus revela o coração de Deus para com os pecadores nesta história simples porém comovente. Ele está dizendo que Deus cuida dos seus pródigos como nós cuidamos dos nossos. E somos levados a dizer, “Sim, Senhor, até mais—até muito mais.”
por Paul Earnhart










domingo, 19 de maio de 2013

NOVENA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO DE SANTO AFONSO DE LIGÓRIO


 

A novena do Espírito Santo é a primeira de todas, porque  foi celebrada pelos apóstolos e por Maria Santíssima no cenáculo,
entre muitos prodígios. Lembremo-nos de que ao Divino Paráclito  é atribuído especialmente o dom do amor. Convém, portanto, que  nesta novena consideremos o grande valor do amor divino. Em
primeiro lugar o amor é aquele fogo que inflamou todos os Santos
a fazerem grandes feitos para Deus. Se quisermos também ficar  abrasados, apliquemo-nos sempre, mais em particular nestes dias,  à oração, que é a fornalha onde o fogo do amor se acende.

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O PRÓDIGO QUE FICOU EM CASA

O pródigo que ficou em casa

“Ora, o filho mais velho estivera no campo; e quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo. E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo” (Lucas 15:25-27).

É aqui que a trama da parábola do filho pródigo engrossa. A localização da história de Jesus torna evidente que independente de quanto é comovente a saga do filho mais novo, o filho mais velho é o verdadeiro foco da parábola. Foi dito como resposta a acusação orgulhosa da elite religiosa judia de que Jesus expôs o seu verdadeiro caráter através da sua companhia—“pecadores” notórios e ladrões. A sua acusação na verdade fez mais em revelar o seu próprio orgulho hipócrita e sem piedade do que qualquer falha no Senhor, um fato que não era provável que reparassem. E foi da preocupação por eles, não pelos “pecadores” desprezados, que esta grande parábola surgiu—uma história de um filho esbanjador, um pai de coração partido e um irmão que se recusou a se reconciliar com qualquer um deles. Como poderiam não ser tocados por esta história comovente a respeito do amor de um pai por um filho desviado e a sua alegria com a recuperação deste filho? Não eram eles pais também? Não seria isso que eles teriam feito?

O filho mais velho, de início não tem um papel grande na história. Quando seu pai, a pedido de seu irmão, divide os seus pertences, ele simplesmente recebe dois terços da riqueza do seu pai que era, como primogênito, dele de direito (Deuteronômio 21:17). Se ele compartilhou a dor do seu pai com a partida repentina do seu irmão ou o seu anseio por ele durante a sua ausência, não nos contaram. Ele estava cuidando dos negócios na fazenda. Enquanto o seu irmão tolo estava gastando muito dinheiro numa rebeldia grande, ele era a alma da indústria. Ele era respeitável e responsável. O seu irmão era sem valor, sem perdão. Ele era bom, seu irmão era mal. Em contraste, o irmão mais velho encontrou seu sentido e seu valor. Foi o que tornou seu mundo ordenado e lhe deu sentido.

Mas agora repentinamente acaba toda esta ordem. O seu irmão esbanjador voltou; não para a vergonha, como certamente merecia, mas para música e danças! A raiva do irmão mais velho estava muito forte diante de tal injustiça. Para a sua diligência e fidelidade, não havia tido nenhuma comemoração nem festividades, nem um cabrito! Mas agora para este jovem imoral e sem valor, uma alegria extasiada! Era completamente errado!

O convite do seu pai para que ele entrasse e se juntasse a comemoração, para ele era uma total estupidez. O seu pai era tão tolo quanto seu irmão era um libertino. Era uma violação de tudo que era justo e correto e ele não chegaria perto de tal insanidade. Com sua reação ele não só demonstra o seu desprezo por seu irmão que esteve desviado, mas também pelo seu pai, que sempre havia sido fiel. Para o homem que lhe criou e lhe deu tudo o que possuía não havia nem respeito nem compaixão. A sua autojustiça orgulhosa (“sem jamais transgredir uma ordem”) e ambição para si mesmo se mostram de forma crua. Era uma cena feia; e era isso que Jesus queria mostrar.

O menino que ficou em casa era tão pródigo quanto seu irmão mais novo. Ele havia vivido todo este tempo comendo as espigas secas da autojustiça enquanto, como seu pai o lembrou, “tudo o que é meu é teu”. Não era por merecer que ele teria toda esta abundância, mas pelo amor do seu pai. Tudo que ele precisava era ter pedido.

Esta grande parábola é a imagem de duas figuras: Deus na sua grande bondade e misericórdia e o fariseu na sua miserável mesquinhez espiritual. Como o irmão mais velho, o Fariseu não servia a Deus porque O amava mas porque trouxe a ele um sentido incrível de superioridade pessoal. Ele era abjetamente pobre no seu merecimento imaginário quando ele poderia ser rico pela graça de Deus. Como o irmão mais velho via o seu irmão mais novo os fariseus olhavam com desprezo os “pecadores” socialmente desprezados e jamais viam a sua própria pobreza espiritual. A verdade é que eram, de longe, piores que os publicanos e “pecadores” com os quais acusavam Jesus porque aqueles excluídos frequentemente reconheciam o seu estado pecador—algo de que nenhum Fariseu com respeito próprio seria culpado. Assim, como uma vez Jesus lhes disse, “publicanos e meretrizes vos procedem no reino de Deus” (Mateus 21:31). Porém mesmo assim Deus os ama, e pede a eles que venham para a festa. Que Pai maravilhoso!

por Paul Earnhart

DESEJO À VOCÊ


Que… “Chuvas de Bênçãos sejam derramadas abundantemente sobre ti e tua Casa“… Que… a Unção de DEUS seja como um bálsamo a envolver tua vida e te Ungir Completamente pela Glória de DEUS“… Que… “DEUS faça prosperar tudo aquilo que vier até tuas mãos, e que de uma semente cresçam milhares de árvores Frutíferas“… Que… “Todas as Promessas de DEUS sejam uma Coroa de Vitória e Vida para você como Prova da Fidelidade do teu DEUS, acerca de tudo o que Ele Fala e Cumpre“… Que… “Rios de águas Vivas corram dentro de tí, purificando, e levando tudo aquilo o que não é de DEUS“. Que…“A Glória de DEUS repouse sobre sua vida…Amém