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PAI NOSSO

PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME, VEM A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU. O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAÍ HOJE, PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO, NÃO NOS DEIXEI CAIR EM TENTAÇÃO MAS LIVRAI-NOS DO MAL. AMÉM.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

18° Aparição - JESUS APARECEU

Aparições de Duzulé
 Sexta-feira - 5 de Julho de 1974Capela

Madalena Aumont:
Jesus apareceu mas ficou em silêncio.

Sexta-feira 19 de Julho de 1974.


Descoberta da água na cova (muito mais do que cinquenta dias após a advertência do dia 3 de Maio...)








quinta-feira, 29 de agosto de 2013

DEUS PREPARA A SALVAÇÃO

Após o homem cair no pecado, a história humana tomou dois rumos: descendentes de Caim ímpios e mundanos (Gênesis 4) e descendentes santos de Sete (Gênesis 5). O entrelaçamento dessas duas descendências ocasionou a corrupção de toda a espécie humana (Gênesis 6). Após o dilúvio, a humanidade teve um novo começo com a família de Noé (Gênesis 6-10). Mas, o acontecimento de Babel demonstra, mais uma vez, a tendência para a apostasia (Gênesis 11), e a humanidade rumou direitinho para a escuridão da apostasia e da idolatria.
Nesse estado de coisas, Deus deu o primeiro grande passo para redimir a humanidade. Ele escolheu Abraão e o separou de seus parentes idólatras (Gênesis 12; veja Josué 24:14-15). O conhecimento da verdade iria ser preservado por meio de uma família e, por fim, de uma nação. As três promessas feitas por Deus a Abraão mostram a importância que esse homem teve na história (Gênesis 12:1-9):Œ "De ti farei uma grande nação" —promessa que se cumpriu no Egito (veja Gênesis 46:3).  Mas uma nação precisa de uma terra, e Abraão teve a promessa de receber Canaã para seus descendentes—uma promessa que se cumpriu com a conquista liderada por Josué (Josué 21:43-45). Ž  A escolha de Abraão, porém, não tinha por objetivo exclusivo o benefício de Israel, mas abençoar toda a humanidade: "Em ti serão benditas todas as famílias da terra" (Gênesis 12:3; veja 22:18). No fim do Antigo Testamento, entretanto, essa promessa ainda permanece sem cumprimento.
A providência de Deus usou José para preservar a descendência de Abraão no Egito (Gênesis 45:4-8). Os filhos de Jacó passaram a ser chefes das tribos de uma grande nação dentro do Egito. Após a morte de José, porém, Israel foi oprimido no Egito, sendo liberto sob a liderança de Moisés, que os levou ao Sinai, onde foi entregue a lei (Êxodo 19-24). Mas a lei não era a resposta ao problema do pecado, pois, como salienta Paulo, o homem violou a lei e, assim, ficou debaixo da condenação da lei em vez de ser justificado por ela (Romanos 3:9-20).
Depois de uns quatro séculos sob o domínio dos juízes, Israel se tornou um reino, e Deus fez outra grande promessa. Prometeu a Davi que estabeleceria o reino da casa de Davi em Israel para sempre (2 Samuel 7:11-16). Quando Israel caiu na apostasia e o reino de Davi foi ameaçado, os profetas lembraram-se da promessa feita a Davi e reconfirmaram ao povo a idéia de que, no futuro, um grande rei ainda reinaria no trono de Davi (Isaías 9:6-7; Jeremias 23:5; 33:14-26). Certo salmista trata a questão de modo poético e clama: "Até quando, Senhor?" (Salmo 89, especialmente versículo 46). Até quando o reino de Davi não será restaurado? No fim do Antigo Testamento, permanece o vazio.
Por fim, percebemos outra vertente do pensamento do Antigo Testamento. O maior problema de Israel, frisou Isaías, não era a Assíria, nem a Babilônia, mas a escravidão ao pecado. O profeta predisse a vinda de um servo de Jeová que sofreria e morreria pelos pecados do povo (Isaías 52:13 - 53:12). Mas, no fim do Antigo Testamento, essa promessa, também, se mantém sem cumprimento.
No fim do Antigo Testamento o leitor é deixado a clamar: "E agora? O que vem depois?" Pois, certamente, os vazios são deixados para ser preenchidos, e a palavra final ainda não foi proferida.
As primeiras palavras do Novo Testamento, as quais identificam Jesus como filho de Davi e filho de Abraão (Mateus 1:1), proclamam a era iminente em que se daria o cumprimento. E, na verdade, é o que ocorre. Jesus é o descendente de Abraão, por meio de quem todas as nações iam ser abençoadas (Atos 3:25-26; Gálatas 3). Ele é o filho de Davi, reinando sobre o trono de Davi (Lucas 1:31-33; Atos 2:29-36). E é o prometido "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (João 1:29), o Servo sofredor que morreu pelos pecados da humanidade (Atos 8:32-35; 1 Pedro 2:21-25).
Seu sangue foi vertido para perdoar os pecados (Mateus 26:28). Esse é o papel que Deus desempenhou para providenciar o perdão dos pecados. Mas ele não obriga ninguém a aceitar o presente, e a parte que o homem desempenha para receber o dom foi explicada por Pedro, quando mandou que seus ouvintes, convencidos do pecado, se arrependessem e fossem batizados para remissão dos pecados (Atos 2:38).
O reinado do Rei Jesus continuará até que todos os que se rebelam contra o seu governo estejam debaixo de seus pés (1 Coríntios 15:20-28). O desfecho será um mundo novo, em que habita a justiça (2 Pedro 3:12) e a maldição trazida contra o mundo por causa do pecado do homem não mais existirá (Apocalipse 21:1 - 22:5). De fato, o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, reina, e concretiza o seu grande propósito. Aleluia!
-por L. A. Mott, Jr.








terça-feira, 27 de agosto de 2013

A ADORAÇÃO DE DEUS E A CRUZ DE CRISTO

Publicado em 15/06/2013, às 15:24.
Por ocasião da festa da Páscoa, a cidade de Jerusalém se enchia de peregrinos. Páscoa era, para os judeus, a festa principal, pois nela o povo recordava a libertação da escravidão do Egito. No tempo de Jesus, o povo ia a Jerusalém para essa celebração festiva. Contudo, a Páscoa deixara de ser uma festa popular por ter sido manipulada pelas lideranças religiosas e políticas daquele tempo. O povo vai a Jerusalém para celebrar a libertação, mas o que aí encontra é a maior exploração. Pior ainda: parece que Deus está de acordo com isso. A páscoa não é mais a festa do povo que celebra e revive a libertação, mas a festa das lideranças exploradoras que se aproveitam do momento para oprimir mais ainda o povo.
Jesus não concorda com essa situação: “No templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas e os cambistas sentados. Então fez um chicote de cordas e expulsou todos do templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas”.
Todo judeu maior de idade devia ir a essa festa e pagar os impostos previstos para o templo. O templo adotara a moeda tíria (cunhada em Tiro, cidade pagã) como moeda oficial, pois ela não desvalorizava com a inflação que, na época de Jesus, era muito alta.A ironia disso está no fato de que a Lei proibia o ingresso, no templo ,de moedas pagãs.Mas os gananciosos dirigentes religiosos burlavam a Lei em vista de seus privilégios. Os cambistas faziam a troca das moedas “impuras” (as moedas inflacionadas de quem morava na Palestina ou fora dela) pela moeda “pura” e, por seu trabalho, cobravam altas taxas.
Jesus expulsou do templo bois, ovelhas, pombas, animais usados nos sacrifícios que o povo oferecia a Deus Expulsando-os do templo, Jesus declara inválidos todos esses sacrifícios, bem como o culto que se sustenta graças à exploração. A teologia veiculada pelo templo de Jerusalém é extremamente conservadora, isto porque os dirigentes do templo estão por trás de todo o comércio que nele se desenvolve
Deus, o aliado dos sofredores empobrecidos, sempre denunciou, através dos profetas a exploração da religião.
As reações e críticas que fizeram, então, a Jesus tiveram a sua resposta, quando Ele disse: “Destruam esse templo e em três dias o levantarei”. Jesus não só aboliu os sacrifícios no templo de Jerusalém, mas também decretou que o fim do templo já havia chegado. É através do seu corpo morto e ressuscitado, é através da sua cruz e ressurreição que o povo se reencontra com Deus para celebrar a Páscoa da libertação.
Dom Eurico dos Santos Veloso
Colunista do Portal Ecclesia.
Arcebispo emérito de Juiz de Fora (MG). Cursou filosofia e teologia no Seminário Maior São José em Mariana (MG). Governou a arquidiocese de Juiz de Fora entre 2001 e 2009.
Da redação do Portal Ecclesia.







segunda-feira, 26 de agosto de 2013

17° Aparição - EU SOU JESUS DE NAZARÉ O FILHO DO HOMEM RESSUSCITADO DE ENTRE OS MORTOS

Aparições de Dozulé



Sexta-feira - 31 de Maio de 1974das 9:45 hs às 10:05 hs

Madalena Aumont:
Não esperava a visita de Jesus pois não estávamos na primeira sexta-feira do mês.
Mas todas as manhãs, depois de levar os meus filhos à escola, vou até à capela visitar Jesus e de seguida, o padre dá-me a Comunhão. 


No dia 31 de Maio de manhã, fui à capela tal como nos outros dias. O Senhor Padre ainda não me tinha dado a Comunhão, quando a Irmã Bruno veio buscá-lo para ir ver um doente. Este doente morava mesmo ao lado, e o Senhor Padre disse-me : " Penso que não me ausentarei por muito tempo, dar-voe-ei a Comunhão quando regressar. "

Nessa altura, fiquei então sozinha na capela. De repente, vi um a auréola de Luz aparecer como das outras vezes no sítio do Tabernáculo. A auréola era mais larga e parecia mais baixa do que das outras vezes. Estava sozinha mas a Luz parecia esperar por alguém. Corri na direção do refeitório contíguo à capela. Disse à J., uma empregada, que fosse imediatamente buscar a Irmã Bruno, a qual pensava estar a dar a sua aula àquela hora.

Regressei depressa à capela, diante da Luz que permanecia presente, mas sozinha. Ajoelhei-me ; e nesse preciso momento alguém apareceu, mas não era Jesus. 

Quando a Irmã Bruno chegou, disse-lhe : " Está aqui alguém mas não é Jesus. É alguém que eu não conheço. " 

Desta vez, senti-me realmente na capela, não como das outras vezes, em que eu me sentia como que transportada para outro lugar, e quando a Irmã Bruno entrou, ouvi-a perfeitamente, não como das outras vezes, em que não ouvia e nem sequer via nada, tão cativada estava eu pela visão de Jesus.

Esta personagem desconhecida segurava uma espécie de estandarte e em cima, havia uma pequena cruz ; esta, tal como a haste, eram da mesma cor e brilhavam como o ouro. Debaixo da cruz, parecia haver uma auriflama em tecido, com três palavras das quais penso ter visto a primeira e a última : " QUIS... DEUS " (quem é como Deus). A haste terminava na sua extremidade inferior por uma pequena ponta em forma de lança ou de espada. A personagem parecia ter os cabelos curtos e encaracolados, parecia um soldado. A Sua túnica era curta, a sua mão direita segurava a haste pelo meio, e uma espécie de cilha apertava-lhe a barriga das pernas.

Como ele estava a olhar para mim, perguntei-lhe : " Quem sois vós ? "
Ele respondeu-me :

" Bem haja " (cumprimentou-me com a cabeça) 
" Eu sou Miguel o Arcanjo, foi Deus que me enviou. 
Vós vereis os Mistérios do Redentor e repetireis cada uma das frases, uma a seguir à outra à medida que as vos ditarei. "

Eu disse-lhe : "Se foi Deus que vos enviou, eu obedecerei-vos. " 

O Arcanjo ainda estava presente quando ele me disse :

" Per Mysterium Sanctae Incarnationis Tuae(7). " (" Pelo Mistério da Tua Santa Incarnação. ")

E nesse momento, ele desapareceu. 



Depois, vi alguém vestido de branco, ajoelhado. Pensei que era um Anjo. Ele olhava para uma linda rapariga, que tinha um lenço na cabeça. Quando ela o viu, cumprimentou-o, e ficou com a cabeça inclinada. Ela colocou uma mão e depois a outra no peito, da mesma forma que o Senhor me tinha ensinado. Reparei nesse gesto que me impressionou. Após alguns segundos, tudo desapareceu. 

Depois, voltei a ver o Arcanjo que me disse : 

" Per Nativitatem Tuam. " ( " Pela Tua Natividade. ") 



O Arcanjo desapareceu. 

Nesse momento, vi então um bebé num berço de vime ou em cima de palha em forma de berço ; com muita gente em volta com fatos compridos, e que pareciam olhá-Lo e admirá-Lo ... depois, tudo desapareceu.

Voltei a ver o Arcanjo no mesmo sítio (penso que ele estava lá sempre, eu é que já não o via mais, talvez por causa da importância do quadro vivo que eu presenciei). Ele disse-me : 

" Per Baptismum et Sanctum Jejunium Tuum. " (" Pelo Teu Baptismo e pelo Teu Santo Jejum. ") 

O Arcanjo desapareceu diante dos meus olhos e vi Jesus, acompanhado por um homem grande, mas menos do que Ele. Ele estava vestido com uma espécie de capa que parecia ser em pele de pelo raso. 

Vi água a correr como uma ribeira e este homem que a deitou sobre a cabeça de Jesus. Ele segurava numa escudela, encheu-a com água da ribeira e deitou-a sobre a cabeça de Jesus.

Após alguns segundos, Jesus subiu um caminho e, quando chegou ao cimo sentou-Se. Cruzou as mãos, levantou os olhos para o céu como para rezar e depois, tudo desapareceu.

Voltei a ver o Arcanjo que me disse :

" Per Crucem et Passionem Tuam. " (" Pela Tua Cruz e pela Tua Paixão. ") 



O Arcanjo desapareceu e vi Jesus trazer sobre o Seu ombro direito, uma cruz que parecia ser muito pesada. Ele levava-a penosamente, andando pelo meio do caminho. 

De cada lado desse caminho, uma multidão de pessoas parecia rir. Algumas levantavam a mão como para lhe deitar algo. 

Apesar do peso da Sua Cruz Jesus, não caiu o que para mim foi uma surpresa; por várias vezes pensei que Ele fosse cair no meio do caminho. Pobre Jesus.

Depois, a imagem desapareceu.

O Arcanjo voltou de novo e disse-me : 

" Per Mortem et Sepulturam Tuam. " (" Pela Tua Morte e pela Tua Sepultura. ") 

Vi Jesus na Cruz, aparentemente morto, com a cabeça inclinada para a frente, em tronco nu, com uma larga chaga do lado direito, e debaixo da chaga, um fio de sangue seco, penso eu. 

Três pessoas estavam junto da Cruz - uma de cada lado, de pé - olhando com tristeza para o Rosto de Jesus. A do meio estava de joelhos a Seus pés, e apertava com as suas duas mãos o pé da Cruz, parecendo querer beijar os pés de Jesus. 

Senti as minhas lágrimas correrem. Os pés de Jesus estavam pousados num suporte de madeira. 

A imagem desapareceu ; vi de novo o Arcanjo que me disse : 

" Per Sanctam Resurrectionem Tuam. " (" Pela Tua Santa Ressurreição ")

Nesse momento, vi de novo Jesus vivo. 

Enchi-me duma maravilhosa alegria ; Ele apareceu-me tal como da primeira vez, na noite do dia 27 de Dezembro de 1972, sorrindo e com as mãos estendidas na minha direção como para me acolher. Pareceu-me que O via pela primeira vez.
Depois de tê-Lo visto morto na Cruz, vi-O vivo - Jesus vivo, ressuscitado de entre os mortos. 

Ele disse-me :

" Eu sou Jesus de Nazaré, o Filho do Homem ressuscitado de entre os mortos ." 

" Olhai as minhas Chagas. "

Com a Sua mão direita, afastou o lado direito do hábito (bem que parecia não ter abertura). 

Vi então uma chaga larga que não tinha sangue. Na costa da Sua mão direita, vi um pequeno buraco. Vi também um orifício na palma da sua mão esquerda estendida para mim, e outro em cada um dos pés. A seguir, Jesus disse-me : 

" Aproximai-vos e tocai na Minha Costela. "

Levantei-me ; aproximei a minha mão direita e com dois dos meus dedos (com o indicador e o médio), toquei a borda da Sua chaga que parecia profunda. 
Senti uma grande emoção e disse : " Senhor, vós sofrestes tanto por nós. "

Estava triste ao pensar no que Jesus tinha sofrido pelo mundo, pelo pecado do mundo, pela ingratidão do mundo e por nós todos, pobres pecadores.

Voltei a pôr-me de joelhos e Jesus voltou à Sua posição habitual, com as mãos estendidas na minha direcção. O Seu hábito voltou também à sua posição normal.

Depois, Jesus disse-me : 

" Dizei o seguinte em voz alta : " 

Jesus ditava-me frase após frase e eu repetia-as a seguir. 

" Jesus pede para anunciar ao mundo inteiro a oração que Ele vos ensinou. 



Ele pede para que a Cruz Gloriosa e o Santuário sejam construídos pelo fim do Ano Santo, porque será o último Ano Santo. 

Que cada ano seja lá celebrado uma festa solene no dia em que Madeleine viu a Cruz pela primeira vez.

Todos aqueles que, cheios de confiança, irão lá arrepender-se, serão salvos nesta vida e para toda a eternidade.

Satanás não terá jamais poder sobre eles."

Após alguns instantes e com uma voz muito grave : 

"Em verdade, vos digo, Meu Pai mandou-Me para vos salvar e para dar-vos Paz e Alegria. 
Sabiam que Sou Amor e Compaixão."

Ele disse ainda : 

"Isto é o fim da Minha Mensagem." 

Jesus estava sempre presente enquanto o Arcanjo, sem se mostrar, me disse as seguintes palavras as quais eu repeti : 



"Per Admirabilem Ascensionem Tuam. " (" Pela Tua Admirável Ascensão. ")

Nesse momento, Jesus levantou a mão para mim e disse-me : 



"Que a Paz esteja convosco e com todos aqueles que de vós se aproximem." 

Jesus baixou a mão, vi-O subir devagar e levemente e depois, desaparecer. 
Voltei a ver o Arcanjo que me disse :

"Per Adventum Spiritus Sancti Paracliti. " (" Pela vinda do Espírito Santo, o Paracleto. ")

Desta vez, o Arcanjo não desapareceu ; ficou e disse-me : 

" Jesus acabou de nos deixar. A Sua Mensagem terminou, mas vós voltareis a vê-Lo. "

Ele disse ainda isto, o que eu repeti : 

" Per cujus imperii Nomen est in aeternum, ab omni malo libera nos Domine. " (Por Aquele cujo Nome tem um Reinado Eterno, livrai-nos de todo mal, Senhor.") 

E sem precisar repeti-lo, o Arcanjo disse : 



" Isto quer dizer : Por Aquele cujo Nome tem um Reinado Eterno, livrai-nos de todo mal, Senhor. "

Depois : " Dizei o seguinte em voz alta : " 

" Deus condena os padres por causa da lentidão na realização do seu trabalho e da incredualidade que demonstram. Deus pediu aos padres que anunciassem ao mundo as maravilhas Daquele que chamou Madeleine das trevas à Sua admirável Luz, porque a Cruz Gloriosa embelezará a cidade de Dozulé. Eles não o fizeram. Isto é a razão da falta de água nesta cova.
Uma grande calamidade de seca vai cair sobre o mundo inteiro. Que os padres leiam com atenção a Mensagem e que respeitem escrupulosamente aquilo que lhes foi pedido.
Peça à pessoa aqui presente que vos dê uma vela. "

Voltei-me e pedi a Irmã Bruno que me desse uma vela. 

Quando a segurei, o Arcanjo disse-me : 

" Pousai-a acesa no sítio onde Cristo vos deixou. Que todos aqueles que venham a esta capela façam igual. "

Um instante depois :

"Vós tendes todo o dia para dizê-lo ao padre e às pessoas que vos desejam ouvir ; vós lembrar-vos-ei e elas ficarão surpresas pela vossa memória. 
Que o padre encontre uma pessoa que lhe leia a Mensagem três vezes e que o repita : ela não será capaz. "



O Arcanjo olhou para mim e disse-me : 

"Escrevei o que eu vos disser quando chegar a casa. Vós devereis dar este escrito ao padre, no momento que ele vos disser: " Eu vou-me encontrar com o bispado, na semana do Sagrado Coração. "
Fazei uma novena a qual vós começareis no dia do Sagrado Coração.
Esta novena é composta dum Mistério por dia, os Mistérios que vos foram ensinados.
Depois, ide ver o bispo. Vós dir-lhe-eis que é Deus que vos manda. Dai-lhe a Mensagem completa e que ele tome conhecimento dela. As portas abrir-se-ão e o coração do bispo fundir-se-á"

Guardei então este escrito com precaução em casa, esperando que o Senhor Padre me dissesse a frase anunciada. 

O Senhor faz as coisas bem : na quarta-feira dia 12 de Junho, o Senhor Padre veio à minha casa para me dizer : " Eu vou-me encontrar com o bispado na próxima semana. "

Eu disse-lhe : " É a semana do Sagrado Coração. " Ele respondeu-me : " Não sei de nada… " " Tenho a certeza... " " Porquê?... " Então eu dei-lhe a mensagem que o Arcanjo me tinha ditado - e era de facto durante a semana do Sagrado Coração que o Senhor Padre tinha o encontro com o bispado.

Depois, fizemos uma novena todos juntos na capela. Começamo-la no dia do Sagrado Coração, como o tinha pedido o Arcanjo.

Esta novena terminaria no sábado da semana seguinte e o Arcanjo tinha dito :  " Depois ides ver o bispo. " 

Eu queria lá ir, não no dia a seguir porque era domingo mas dois dias depois. Sentia-me levada a ir e alguma coisa me empurrava. Não tinha nenhum meio de transporte (penso que teria ido na minha mota) mas tinha de ir. Deus queria-o e pelo Arcanjo, Ele tinha-mo dito. Um inexplicável ímpeto dava-me força para ir ao bispado com a minha mensagem completa.

A minha decepção foi tão grande quando o Senhor Padre me disse: " Mas não se pode ir ver o bispo assim, tenho de marcar um encontro ; e para mais, talvez o bispo não esteja lá, ele não vos receberá assim ; e devemos obedecer, devemos sempre obedecer. " 

O meu ímpeto era tão grande que o Senhor Padre impediu-me - ele disse-me : " Devemos obedecer. " 

No entanto eu tinha vontade de desobedecer porque eu sabia que era Deus que me tinha dado este ímpeto para ir ver o bispo e dar-lhe a mensagem que Deus me tinha dado.

Se vos digo que até chorei por causa disso; era um desafio. 
Mas obedeci ao Senhor Padre.

No entanto tinha a certeza de que o bispo me receberia, que as portas me seriam abertas.

Mas para contentar os homens, desobedeci a Deus.
Creio que Deus me condenou por causa disso.

7- Texto em latim da Ladainhas das Rogações (ou Ladainhas dos Santos), entre a Ascensão e Pentecostes.

Primeira Sexta-feira do mês de Junho.
Jesus não apareceu.

sábado, 24 de agosto de 2013

O SUICIDIO DA HUMANIDADE

Publicado em 15/06/2013, às 15:33.
Hoje no mundo são mais de 20 os países que vivem a tragédia dos conflitos, da guerra, e muitas dessas, internas, irmãos contra irmãos, dramas totalmente desconhecidos ou esquecidos. Parece que nesta nossa sociedade tecnológica as guerras e conflitos somente existem quando as câmeras de televisão jogam para dentro de nossas casas, a dor, o sofrimento e o cheiro da morte. Caso contrário, a guerra é só uma palavra que o tempo gastou de tanto ser usada. Ganha nossa atenção nesses últimos dias as revoltas internas dos jovens na Turquia, mas também o martírio de civis na vizinha Síria, onde segundo a ONU desde o início da revolta interna mais de 90 mil pessoas perderam a vida. Interessa-nos, talvez, porque as imagens nos falam da tristeza de povos que num certo sentido tem muita ligação conosco, com o Brasil. O drama vivido por muitos povos, e agora pelo povo sírio é mais um grito da loucura que se consuma e produz morte, tristeza e milhões de refugiados.
São novas guerras no Oriente Médio, são tragédias em diferentes países, tudo isso à sombra da crise econômica que atinge a Europa. Estamos também vivendo um ano marcado por acontecimentos econômicos; nações que até poucos anos eram consideradas verdadeiras potências mundiais, passaram a sentir o gosto amargo da crise econômica. 
“A guerra é o suicido da humanidade”, disse dias atrás o Papa Francisco, porque mata o coração e mata o amor. Já o Beato João Paulo II antes da primeira guerra no Golfo sentenciava que a guerra é uma “aventura sem retorno” onde todos perdem. A guerra ofende a Deus e fere a humanidade, é um mal profundo. Mas por que ainda hoje devemos ouvir que a guerra impera em certas regiões do nosso planeta? Tudo gira em torno do poder, da busca do poder de uns sobre outros, do poder econômico que não conhece limites, da indiferença da dor do próximo, da busca de “soberania” que os “grandes” desejam e que para obter escolhem a estrada do conflito, da guerra, da subjugação.
O poder, o dinheiro, são mais importantes do que o ser humano. A guerra é exatamente isso, – disse Papa Francisco – “um ato de fé ao dinheiro, aos ídolos do ódio, que leva a matar o irmão”. Hoje até “Deus chora pela nossa loucura”, pela nossa falta de consciência do valor da vida, do valor da humanidade.
Apesar do mundo dizer que deseja a paz, apesar das muitas convenções internacionais tentarem garantir a paz e os direitos humanos da população, o que vemos na realidade dura e crua são operações bélicas obedecendo somente uma regra, a lei do mais forte, a lei das armas: quem tem armas, tem poder, domina. João Paulo II dizia que “a guerra é o meio mais bárbaro e o menos eficaz de todos para resolver quaisquer conflitos”. 
Na audiência geral da última quarta-feira na Praça São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco falou das muitas guerras ainda existentes hoje, inclusive entre cristãos. Como isso pode acontecer? No nosso bairro, no trabalho, na família, quantas guerras internas por inveja, ciúme. “Peçamos ao Senhor que nos faça entender a lei do amor, disse o Papa. Quanto é belo nos amarmos como verdadeiros irmãos”. Palavras que até parecem uma utopia, um pensamento contracorrente, sem sentido num mundo onde a voz do mais forte ecoa e faz baixar a cabeça do mais fraco e débil. 
Por que é tão difícil as pessoas pensarem que a guerra traz resultados imprevisíveis e que é causa somente de mais sofrimento, enquanto o diálogo é porta para a esperança, para a solução? Podemos mudar a situação, essa realidade marcada pelo ódio, pela busca de poder, em síntese, pelo mal. Mas tudo deve começar por nós mesmos no nosso mundo, na nossa família, no nosso trabalho, na nossa comunidade, na nossa Igreja. Sim porque também ali a inveja pode imperar e o orgulho soberbo dominar. Somos pequenas luzes que podem, juntas – como disse o Papa Francisco -, iluminar essa grande escuridão de hoje, provocada pela indiferença e falta de amor. Sim a alternativa à guerra, à violência, ao ódio, ao desconforto, à indiferença existe, e ela se chama amor, diálogo; amor que destrói o egoísmo, diálogo, que reconhece no outro a sua dignidade; e ainda a paz, fruto da justiça, que tanto o homem anseia. O desejo de realizar tais vontades pode mudar e fazer uma nova história do homem, mas para isso é preciso coragem, sim, a coragem de homens livres, cheios de esperança e de amor. Assim podemos evitar o “suicido da humanidade”.
Silvonei José Protz
Colunista do Portal Ecclesia.
Diocese de Roma (Itália). Doutor em comunicação e professor universitário em Roma. Jornalista da Rádio Vaticano: "a voz do Papa e da Igreja em diálogo com o mundo".
Da redação do Portal Ecclesia.








quinta-feira, 22 de agosto de 2013

16° Aparição - APRESSAI-VOS EM FAZER ERGUER A CRUZ GLORIOSA NO SEU LUGAR

Aparições de Dozulé



Sexta-feira - 3 de Maio de 1974das 17:10 hs às 17:25 hs - na capela

Madalena Aumont:

A luz apareceu e depois Jesus apresentou-se com as mãos estendidas na minha direção para me receber ; Ele sorriu-me. Senti-me tão feliz, ficaria sempre na Sua presença. Ele disse :

" Dizei o seguinte em voz alta : 
O padre não está enganado, esta árvore inclinada é o símbolo do pecado.
Arrancai-a antes que as frutas apareçam, e apressai-vos em fazer erguer a Cruz Gloriosa no seu lugar, porque a Cruz Gloriosa purificará todos os pecados."(5) 

Após um momento, Jesus colocou as mãos juntas sobre o peito. Olhou para mim de forma triste, vi duas lágrimas a correrem dos Seus olhos. Nesse momento chorei, Jesus estava tão triste. Ele disse-me : 

"Infelicidade para toda a humanidade, se não houver água (6) na cova daqui cinquenta dias após o fim das obras, é porque Satanás impede a purificação da maior parte das pessoas. Lembrai-vos da Minha Palavra, Eu deixarei que isso aconteça por causa da falta de Fé. "

Um instante depois : 

"Dizei à Igreja para que mande Mensagens pelo mundo fora e que se apresse em fazer erguer, no sítio indicado, a Cruz Gloriosa e junto dela, um Santuário. Todos lá irão arrepender-se e encontrar Paz e Alegria. A Cruz Gloriosa, ou o Sinal do Filho do Homem,é o anúncio da próxima vinda Gloriosa de Jesus ressuscitado. 
Quando esta Cruz for erguida sobre a terra, atrairei tudo a Mim. " 

A seguir, Jesus disse:

" Encontrai onze pessoas nesta cidade benzida e sagrada as quais, serão Meus discípulos. Elas pedirão de porta em porta em Meu Nome para a elevação da Cruz Gloriosa. 

E eis os mandamentos que cada discípulo deverá cumprir :

-Trabalhareis até a elevação da Cruz Gloriosa ;

-Sejais humildes, pacientes, caridosos, para que se reflitam em vós Meus discípulos ;

-Não buscais nenhum interesse para vós mesmos, somente o de erguer a Cruz Gloriosa, porque cada homem que lá for arrepender-se será salvo."

Depois Jesus disse-me, sem precisar de mo repetir : 

" Dizei ao padre que Eu vos visito pela décima sétima vez, porque a Cruz Gloriosa também é Jesus ressuscitado. " ( A visita do dia 12 de Abril 1970 e as 16 aparições constituem as 17 visitas de Jesus). 

Depois, Jesus desapareceu.


5- Madeleine e o Padre subiram juntos a Haute Butte para localizar o sítio da Cruz. Foram ajudados por lâmpadas eléctricas viradas para o céu.
Madeleine ficou à janela, através da qual ela tinha visto a Cruz 6 vezes, e dirigia o Padre que continuava a ascensão da Haute Butte. Este chegou ao sítio, que estava delimitado por uma vala, e que se encontra precisamente no limite do território de Dozulé. Só faltava situar o lugar exato onde o Senhor pediu que a Cruz fosse erguida. O Padre pensou que podia ser no sítio onde se encontrava uma macieira inclinada. Mas ele não tinha a certeza e não conseguiu dormir durante toda a noite. Jesus confirma aqui como o seu sentimento é justo.

A cova foi aberta a 223 m /contados com uma corda) " enrolmo-la a um bocado de madeira. A árvore foi arrancada e nesse sítio colocamos uma pequena cruz com o Gérard (1000 vezes mais pequena NDE), após a autorização dada pelos inquilinos do terreno ".

Por essa água que não chega, fizemos uma novena a seguir a Pentecostes. Uma noite, Madeleine e a Irmã M. sonharam que havia água no cova e logo de manhã foram dizer ao Padre, que lhes respondeu: " Que sonhos tão lindos tem a Irmã ".
Na véspera à noite, ele tinha visto que a cova estava seca. Apesar do que lhe disse o Padre, Madeleine subiu a Haute Butte e constatou que havia realmente água, e bastante: 30 cm de altura. 

Interrogamos a Estação Meteorológica, que nos confirmou que não tinha chovido na última noite e que mesmo que tivesse chovido, era impossível a água da chuva atingir 30 cm de altura.

6- A água chegou 77 dias mais tarde, no dia 19 de Julho de 1974.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

15° Aparição - A CRUZ GLORIOSA PURIFICARÁ TODOS OS PECADOS

Aparições de Dozulé




Sexta-feira - 5 de Abril de 197415:40 hs - na capela

Madalena Aumont:

Na capela São José, a auréola de luz formou-se no lugar da Custódia, depois vi Jesus, com as mãos estendidas na minha direção como para me receber. Admirei-O durante bastante tempo - é tão maravilhoso. Ele sorria-me.


Disse-Lhe em voz alta : "Se vós sois Cristo, porque é que eu não nunca vejo as Suas chagas ?" ( O Senhor Padre tinha-me encarregue de colocar esta pergunta.) 

Ele continuava a sorrir-me. Que bondade inexplicável eu senti nesse momento,parecia que eu já não vivia mais neste mundo.
Jesus estendeu a mão direita para mim, e disse-me : 

"A Paz esteja convosco."
"Dizei-lo em voz alta." 

Jesus voltou à sua posição habitual e já não sorria mais :

"Jesus perguntou : para quê esta perturbação, porque estes pensamentos aparecem em vós ?
Vós, os padres que estais encarregues de fazer cumprir o que vos peço, parece-vos mais fácil gritar por milagre vendo água a sair da serra do que ouvir a serva do Senhor pronunciar palavras que desconhece ? 
Homens de pouca Fé, lembrem-se da Minha Palavra."
(A voz de Jesus era grave.)
"Os que virão em Meu Nome falarão em línguas que lhes serão desconhecidas."

Depois dum momento de silêncio, e sem precisar de mo repetir :

"Não duvideis, levantai-vos e tocai nas Minhas Mãos. "

Levantei-me, Jesus estendeu-me a Sua Mão esquerda, depois a direita : segurei então cada uma delas nas minhas. 
Ele disse-me :

" Não duvideis mais, um espírito não tem mãos de carne. "

Voltei para o meu lugar, ajoelhei-me diante Dele, e Ele disse-me : 

" Dizei-lhe o seguinte " : (Repeti-o em voz alta) 

" Não duvideis mais, é realmente Jesus Ressuscitado que vi hoje pela sétima vez. Acabei de tocar-Lhe nas Mãos. " 

Depois perguntei : " Senhor, onde deveremos cavar para ter água ? " Jesus respondeu-me : 

" A Cruz Gloriosa deverá ser erguida na Haute-Butte, que é a mais próxima da fronteira do território de Dozulé, no sítio exato onde se encontra a árvore de fruta, a árvore do Pecado, porque a Cruz Gloriosa purificará de todos os pecados. 

Os seus braços deverão erguer-se de Oriente a Ocidente. Cada braço deverá medir 123 metros e a sua altura, seis vezes mais. É a partir destes 123 metros, área ocupada pela Cruz, que se deverão medir os 100 metros.

Depois, fazei uma cova de 2 metros por 1,50 metros e com 1 metro de profundidade. Fazei um muro. Água de lá jorrará. "

Depois Jesus acrescentou : 

"Se o vosso coração for seco, haverá pouca água e consequentemente, poucos serão salvos."

Depois Ele disse : 

"Vos amici Mei estis si feceritis quae Ego praecipio vobis, dixit Dominus." (Vós sereis Meus amigos se fizerdes o que vos peço, disse o Senhor.) 

Jesus acrescentou :

"Metei a mão esquerda junto ao vosso coração e a direita pousada em cima." 

Depois, Jesus desapareceu e eu, voltei para o meu lugar. 
Se vocês soubessem como eu estava feliz. Pela primeira vez desde que vejo Jesus, tinha vontade de gritar de tanta alegria. Disse-o ao Senhor Padre e a uma outra pessoa ao sair da capela.

Jesus está bem vivo ; eu toquei-Lhe nas Suas Mãos ; eram mãos de carne como as nossas, elas são mornas. Foi maravilhoso. " 

Jesus está bem vivo, ressuscitado, em carne. Eu chorava de alegria ; uma alegria maravilhosa que inundou o meu espírito. Eu tinha vontade de cantar e por isso, pedi para que cantassem o " Magnificat ", tal era a minha alegria.

Devemos obedecer aos padres e aos bispos : deram-me ordem para não dizer nada e foi isso que me conteve senão, eu gritado a toda a gente a minha alegria para poder dar a Alegria de Jesus ressuscitado a todos os que duvidam.(4)

4 - " Na 6ª feira dia 5.4.74 foi ditado que " cada BRAÇO devia medir 123 m e a sua altura 6 vezes mais = 738 m ". Foram desenhados três projetos da Cruz com pilares da largura de 21 m, 42 m, 60 m ". (Gérard Cordonnier, 1º editor das Mensagens).
Sexta-feira Santa dia 12 de Abril de 1974.
Da parte da tarde, após o acordo entre a Irmã Bruno e o proprietário da ervagem, três homens cavaram a cova. Estava frio, e sobre um fogãozinho de álcool no fundo da cova em obras, a Irmã Bruno aquecia café para os voluntários...

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

TEUS PECADOS ESTÃO PERDOADOS!

Publicado em 15/06/2013, às 15:20.
Na liturgia deste décimo primeiro domingo do Tempo Comum a Mãe Igreja nos apresenta a importância do arrependimento e a experiência da misericórdia de Deus! O Papa Francisco tem insistido sobre o assunto, recordando que Deus nunca se cansa de perdoar. Neste domingo, após ouvirmos o arrependimento de Davi, que cai em si diante do profeta Natã, e sobre a justificação pela fé em Cristo, o Evangelho nos introduz no contexto de alguém que se julga justo e da mulher notoriamente conhecida como de má fama, que demonstra diante de todos, aos pés de Jesus, seu arrependimento.
São visíveis os sinais de arrependimento e contrição: levou um vaso de alabastro de perfume, pôs-se atrás de Jesus, junto aos seus pés, chorando, e começou a banhá-los com lágrimas, e enxugava-os com os cabelos da sua cabeça, e os beijava e os ungia com o perfume. Sabemos o que se passava no seu íntimo pelas palavras que o Senhor disse: Amou muito! Mostrou que professava por Jesus uma veneração sem limites. Esqueceu-se dos outros e de si mesma; só Cristo é que lhe importava.
O Evangelho fala de quatro ações feitas pela mulher pecadora: banhar os pés com as lágrimas; enxugar com os cabelos; beijar continuamente os pés de Jesus e ungir com perfume.
Segundo a tradição da época, era costume lavar com água morna os pés das visitas após estas ficarem descalças, como vemos na ação de Jesus na última ceia (Jo 13, 3), a exemplo de Abraão (Gn 18, 4), ação que terminava com enxugá-los com uma toalha (Jo 12.3). Também os hóspedes lavavam suas mãos, como rito de purificação antes da comida (Mt 15, 2). A unção com perfumes era feita na cabeça do comensal.
Os pés foram ungidos. Ungir os pés era uma preparação medicamentosa de uso externo, feita à base de ceras e resinas. 
Ao entrar no jantar, a mulher causa um grande mal-estar entre todos, principalmente ao dono da casa que se frustra com Jesus, pois o fariseu acreditava que um profeta deveria conhecer a conduta de cada pessoa para evitar o contato com os impuros. Jesus percebe o que Simão pensa e propõe uma parábola (Lc 7,40-41). Diz Jesus que os dois devedores foram perdoados de suas dívidas na totalidade. Um devia 500 moedas e outro dez vezes menos. Jesus pergunta a Simão: qual dos dois estará mais agradecido? Sabemos qual foi a óbvia resposta.
Poderíamos refletir com Jesus: “Tu devias ter me lavado os pés (Gn 18, 4), dado o beijo de reconhecimento como profeta que pensavas que eu era (Ex 4, 27): como hóspede nem me ungiste a cabeça com óleo, como é costume (Sl 23, 5), e nada disto fizeste. Ela, pelo contrário, fez tudo de forma excelente. Por isso, podemos deduzir que foi ela a quem muito se perdoou pois muito agradeceu”. E Jesus conclui: os muitos pecados que ela cometeu estão perdoados, por que ela mostrou muito amor.
Jesus mostra o contraste entre o fariseu e a pecadora. O fariseu se julga justo e arrogante a ponto de infligir as regras de boa educação. Ela, porém, transbordou em sinais de gratidão, provando que seus pecados haviam sidos perdoados. O grande ensinamento de Jesus, segundo Lucas, é que o fariseu não entendeu o que é a justiça de Deus. Não é uma conquista dos homens, mas dom gratuito de um Pai misericordioso que ama seus filhos. E, nesse aspecto, a segunda leitura deste domingo assim nos ilumina.
Portanto, a grande lição deste domingo que a Igreja propõe para cada um de nós é o arrependimento de nossos pecados. Nesses últimos meses tenho insistido muito para que em nossas comunidades seja favorecido o atendimento das confissões. Que os sacerdotes possam ser propícios também na direção espiritual de nossos fiéis. Que a confissão seja este momento bonito, como o encontro da pecadora que veio lavar com perfume de qualidade os pés de Jesus.
O sacramento da penitência deve nos conduzir a uma nova vida. Quando nossos pecados são perdoados é oferecido ao penitente arrependido um novo caminho, digno de ir ao encontro do Ressuscitado. São Lucas, por causa da atitude daquela mulher, coloca-a como exemplo para todos nós. Isso pode soar-nos estranho se estivermos ainda acostumados a pensar com a mente dos fariseus. Não compreendemos a profundidade do ensinamento de Lucas, que denomina aquela mulher apenas como pecadora, a mesma condição de cada um de nós. Esta mulher é colocada como exemplo de conversão para todos os cristãos. A proposta do Reino de Deus, para Lucas, passa pela conversão. Os pecados da mulher foram perdoados e justificados por que ela demonstrou muito amor. A verdadeira conversão é manifestada pelo amor que se traduz pelas obras.
Dom Orani João Tempesta
Colunista do Portal Ecclesia.
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ). Realizou seus estudos em São Paulo (SP), na Faculdade de Filosofia no Mosteiro de São Bento e no Instituto Teológico Pio XI, dos religiosos salesianos.
Da redação do Portal Ecclesia.











DESEJO À VOCÊ


Que… “Chuvas de Bênçãos sejam derramadas abundantemente sobre ti e tua Casa“… Que… a Unção de DEUS seja como um bálsamo a envolver tua vida e te Ungir Completamente pela Glória de DEUS“… Que… “DEUS faça prosperar tudo aquilo que vier até tuas mãos, e que de uma semente cresçam milhares de árvores Frutíferas“… Que… “Todas as Promessas de DEUS sejam uma Coroa de Vitória e Vida para você como Prova da Fidelidade do teu DEUS, acerca de tudo o que Ele Fala e Cumpre“… Que… “Rios de águas Vivas corram dentro de tí, purificando, e levando tudo aquilo o que não é de DEUS“. Que…“A Glória de DEUS repouse sobre sua vida…Amém