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PAI NOSSO

PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME, VEM A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU. O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAÍ HOJE, PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO, NÃO NOS DEIXEI CAIR EM TENTAÇÃO MAS LIVRAI-NOS DO MAL. AMÉM.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

AS LIÇÕES DA SAGRADA FAMÍLIA

A família atual só poderá se reencontrar e salvar a sociedade se souber olhar para a Sagrada Família e copiar o seu modo de vida

 

O Papa João Paulo II, na Carta às Famílias, chamou a família de “Santuário da vida” (CF, 11). Santuário quer dizer “lugar sagrado”. É ali que a vida humana surge como que de uma nascente sagrada, e é cultivada e formada. É missão sagrada da família: guardar, revelar e comunicar ao mundo o amor e a vida.

 

O Concílio Vaticano II já a tinha chamado de “a Igreja doméstica” (LG, 11) na qual Deus reside, é reconhecido, amado, adorado e servido; nele também foi ensinado que: “A salvação da pessoa e da sociedade humana estão intimamente ligadas à condição feliz da comunidade conjugal e familiar” (GS, 47).

 

Jesus habita com a família cristã. A presença do Senhor nas Bodas de Caná da Galileia significa que o Senhor “quer estar no meio da família”, ajudando-a a vencer todos os seus desafios; e Nossa Senhora ali o acompanha com a sua materna intercessão.

O QUE DEUS ESTAVA PENSANDO AO ENVIAR JESUS À TERRA COMO UM BEBÊ INDEFESO?

Talvez precisemos reaprender o que significa ser família

Quando o Verbo de Deus, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, decidiu vir ao mundo, Ele escolheu nascer em uma família, como um bebê indefeso. Pense no quanto isso é belo!

E pense também no quanto isso é estranho...

Se Ele tivesse me pedido sugestões (e temos que agradecer por Ele não ter pedido!) sobre como fazer a entrada na história mais importante de todo o universo, eu teria sugerido uma estratégia completamente diferente, algo que as pessoas não pudessem ignorar, algo que nunca fosse esquecido, algo majestoso, até um pouco espalhafatoso, algo realmente grande!

 

Afinal, uma das vantagens de ser onipotente é que você pode fazer o que bem quiser!

A IMPORTÂNCIA DA OITAVA DE NATAL

Como viver este “tempo especial de graças”  da nossa Igreja?

Infelizmente a maioria dos católicos não sabe da importância da “Oitava de Natal”, bem como da Oitava da Páscoa.

Como essas duas Solenidades litúrgicas são as mais importantes do Ano litúrgico; pois marcam o Nascimento e a Ressurreição de Jesus, a Igreja prolonga as suas celebrações por oito dias. Com que intenção?

Com a intenção de que “o tempo especial de graças” que significam a Páscoa e o Natal, se estenda por oito dias, e o povo de Deus possa beber mais copiosamente, e por mais tempo, as graças de Deus neste tempo favorável, onde o céu beija a terra e derrama sobre elas suas Bênçãos copiosas.

Mas, só pode se beneficiar dessas graças abundantes e especiais, aqueles que têm sede, que conhecem, que acreditam, e que pedem. É uma lei de Deus, quem não pede não recebe. E só recebe quem pede com fé, esperança, confiança e humildade.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

JACÓ E ESAÚ

As perseguições que os maus fazem contra os bons, em todas as épocas históricas, estão simbolizadas na inimizade entre Esaú e Jacó, irmãos gêmeos que se digladiavam antes mesmo de virem à luz.

Govert Flinck - Isaac abençoando Jacob

Segurando o calcanhar

Isaac casou-se com Rebeca; entretanto, ela era estéril. "Deus quis provar a fé de Isaac e de Rebeca, como havia provado a de Abraão e de Sara." Isaac pediu a Deus que lhe desse um filho e, passados 20 anos, o Senhor ouviu sua súplica: Rebeca concebeu.

Mas, sentindo que havia no interior de seu seio uma verdadeira luta, Rebeca recorreu ao Altíssimo, que lhe disse: "Duas nações trazes no ventre, em tuas entranhas dois povos se dividirão. Um povo será mais forte que o outro, e o mais velho servirá ao mais novo" (Gn 25, 23).

OS SANTOS INOCENTES

Ao ver-se enganado pelos magos, Herodes se enfureceu e mandou matar, em Belém e seus arredores, a todos os meninos menores de dois anos, de acordo com a data que os magos lhe haviam indicado. Assim cumpriu-se o que havia sido anunciado pelo profeta Jeremias: "Em Ramá se ouviu uma voz, houve lágrimas e gemidos: é Raquel, que chora seus filhos e não quer que a consolem, porque já não existem".

Quando morreu Herodes, o Anjo do Senhor apareceu em sonhos a José, que estava no Egito, e lhe disse: «Levanta, toma o menino e sua mãe, e regressa à terra de Israel, porque morreram os que atentavam contra a vida do menno». José levantou-se, tomou o menino e a sua mãe, e entrou na terra de Israel. Porém, ao saber que Arquelao reinava na Judeia, no lugar de seu pai Herodes, teve medo de ir ali e, advertido en sonhos, retirou-se para a região da Galileia, onde se estabeleceu em uma cidade chamada Nazaré. Assim cumpriu-se o que havia sido anunciado pelos profetas: "Será chamado Nazareno".

O PRIMEIRO OLHAR DE JESUS

A quem, Senhor Deus menino,
Dirigir vosso primeiro olhar?
A quem, senão ao rosto quase divino
Da criatura vossa mais perfeita,
A primeira a Vos contemplar:
Vossa Mãe que nos braços Vos estreita
Junto a seu Imaculado Coração,
No ato mais sublime de adoração?

Natal é Deus excelso feito menino,
Deus imenso contido na manjedoura,
Acessível a nós, acolhedor, pequenino.
É a Inocência em missão redentora.
É Deus eterno vivendo no tempo,
Criador de tudo, nascido ao relento,
Olhos humanos, vendo o invisível!
Ó condescendência incompreensível!

Exultemos! O Rei da Glória é nosso irmão:
Sua Mãe é também nossa, na pessoa de João!
Mil coisas antes inexcogitáveis
Tornaram-se agora indagáveis!
Senhora, não Vos surpreende a semelhança
Que Jesus quis ter convosco, por herança?
Senhor, não Vos surpreende a graciosidade
De vossa Mãe, que mais parece uma divindade?

Ao contemplar vosso próprio rosto
Nesse espelho criado a vosso gosto
Para refletir em seu imenso conjunto
Todas as vossas infinitas perfeições,
Dizei-nos quais sentimentos e afeições
Experimentam vossos corações tão juntos,
Olhando-se enlevados e querendo-se bem
Como jamais alguém quis alguém!
Amor materno jamais houve tão ardente!
Filho algum amou sua mãe tão plenamente!

Como se algo no Céu Vos faltasse,
Deus fez da Virgem vosso Paraíso

Para que Ela tanto Vos deleitasse
Que o exílio fosse vantagem, não prejuízo!
Para surpreender-Vos no primeiro olhar,
Deus só não fez vossa Mãe mais perfeita
Porque mais perfeição seria Vos igualar!
E isto, a unidade da Trindade rejeita.

Dissestes que vossas delícias consistem
No convívio com os filhos do homem!
Em vosso convívio inefável com Maria,
Que em vossa humanidade Vos delicia,
Já saboreais as doces e afáveis primícias
Do vosso indizível convívio com os Santos
Que os filhos dos homens Vos darão tantos!
Nas intimidades dessas primeiras carícias
Encontrais, deveras, o que faz vossas delícias!

Ele próprio A criou no Espírito Santo
E A representou maravilhosamente
Em todas as suas obras, certamente
Para, neste olhar, ser Ela vosso encanto!
Dizem que Deus Pai, ao criar Maria,
Esgotou sua inesgotável imaginação.
Ao excogitar a Mãe de vossa dileção,
Teria esgotado também sua fantasia!

É em vossa humanidade, unida à divindade
Na mais perfeita e sublime intimidade
De vossa natureza humana com a divina,
Que essa indizível convivência se sublima!
Sois homem, sem prejuízo da divindade,
Sois Deus, sem prejuízo da humanidade!

Este sois Vós, ó glorioso Cristo Jesus!
Verdadeiro homem, podeis morrer na Cruz,
Verdadeiro Deus, podeis retomar a vida
E proclamar a inocência redimida!

Um Deus assume a miséria humana
Em tão íntima e profunda união
Que, ao assumir, redime a miséria e sana!
Quisestes nascer de nossa descendência,
Para elevar-nos à inexprimível condição
De pertencermos à vossa divina ascendência!
Nosso gáudio é o do prisioneiro indultado;
Nossa alegria é a do doente incurável, curado!
Nossa gratidão é cantar vossos louvores,
Como outrora cantaram anjos e pastores!


(Revista Arautos do Evangelho, Dez/2004, n. 36, p. 50-51)

Fonte: Arautos do Evangelho

O PERIGO DA IRA

Uma questão que nos envolve muitas vezes, é a raiva, o ódio, a cólera, desejo de vingança. Neste vídeo, o Prof. Felipe Aquino nos explica como devemos tratar isso.

Fonte: Cléofas

COMEÇOU EM BELÉM

Avaliai se puderdes, as adorações, as homenagens, os carinhos de Maria
para com seu divino Filho ao nascer! Adorai Jesus repousando em seus
braços ou adormecido em seu regaço. Que belo ostensório é Maria, ostensório
fabricado com esmero pelo próprio Espírito Santo! Que pode existir de mais belo
do que a  Santíssima Virgem, mesmo considerada só no exterior?
É o lírio puríssimo,  o lírio do  vale, cândida como ele, e que germinou
em terra imaculada. Maria é o paraíso de Deus!  E a flor que nele
desabrocha é  Jesus, a flor de Jessé, e o  fruto que produz é Jesus,
o trigo dos eleitos! Quanto Deus se deleitou em embelezar
Maria! Eis o  ostensório do Verbo  recém-nascido! Eis o canal
por onde nos vem Jesus!  Oh! Sim, a Eucaristia começou em Belém,
entre os braços de Maria. Foi Ela que trouxe  à humanidade faminta o único
Pão que a poderia saciar! Foi Maria que  conservou para nós esse Pão!
Ovelha divina, nutriu com seu leite virginal o  Cordeiro cuja carne vivificante
seria o nosso alimento mais tarde!

("Flores da Eucaristia", São Pedro Julião Eymard)

(Revista Arautos do Evangelho, DEZ/2004, n. 36, p. 2)

Fonte: Arautos do Evangelho

TEM CONFIANÇA, FILHO…

“Eis que vieram ter com Ele uns homens, trazendo no leito um homem que era paralítico, o qual era introduzido por quatro homens e procuravam introduzi-lo e pô-lo diante de Dele. E, como não pudessem apresenta-lo, não achando por onde o passar por causa de muita gente, subiram sobre o telhado e descobriram o telhado da casa onde estava; e, tendo feito uma abertura pelas telhas, arriaram o leito em que o paralítico jazia, pondo-o  no meio da casa, diante de Jesus. E, vendo Jesus a sua fé, disse ao paralítico: – tem confiança, filho; homem, os teus pecados te são perdoados.” ¹

Que confiança a do paralítico! Levado caridosamente por quatro homens, sujeita-se a todo sacrifício para chegar à presença de Jesus. E é conduzido no próprio leito em que jazia, talvez há muitos anos. Atravessa a multidão, sore no telhado e chega até Nosso Senhor. Que bons amigos os quatro homens que o conduziram! Quando a paralisia do pecado, da tibieza, dos maus hábitos nos impedir os passos no caminho da salvação, aceitemos os bons amigos que nos levem ao Médico Divino. São eles as boas leituras, o confessar, os sofrimentos, a doença, os golpes da vida. Esses amigos nos farão subir pela confiança, descobrirão o telhado de nosso pobre coração, fechado pelo egoísmo, e nos farão descer pela humildade, talvez pelas humilhações, até a presença tão doce de Jesus. Ouviremos, então, a palavra que nos há de encher o coração: “Tem confiança, filho, teus pecados te são perdoados”.

Mons. Ascânio Brandão

Texto retirado do livro: O Breviário da Confiança

Fonte: Prof. Felipe Aquino

domingo, 28 de dezembro de 2014

COMO MANTER ACESSA A CHAMA DA NOSSA FÉ?

“Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11,6)

A Igreja ensina que a fé é a virtude (teologal), “dada por Deus”, que nos leva a crer em Deus e em tudo o que nos disse e revelou, e que a Santa Igreja nos propõe para crer. Pela fé, “o homem livremente se entrega todo a Deus”. O cristão procura conhecer e fazer a vontade de Deus, já que “o justo viverá da fé” (Rm 1,17) e “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11,6). A fé em Deus nos leva a voltar só para Ele como nossa origem e nosso fim, e a nada preferir a Ele e nem substituí-lo por nada.

A fé é como uma chama que precisa de combustível para se manter acessa. É como uma plantinha que precisa de água todo dia, sol e adubo, para crescer a cada dia.

Para a fé viver e crescer é necessário uma vida de oração diária, de intimidade com Deus, de amizade com o “divino Amigo”, partilhando com Ele todos os sofrimentos e alegrias.

A fé se torna forte quando meditamos as Suas Palavras e obedecemos o que Ele ordena, sem medo e sem dissimulação. “Corramos com perseverança ao combate proposto, com o olhar fixo no autor e consumador de nossa fé, Jesus” (Hb 12,1).

Nossa fé se fortalece quando O recebemos na Eucaristia onde Ele se dá no Pão para ser “alimento e remédio” para a nossa vida. Ele disse que quem come a Sua carne e bebe o Seu Sangue “permanece Nele”, “viverá por Ele” e será ressuscitado no último dia.

AURORA DA MISERICÓRDIA

Que a felicidade a de ser filho de Maria! Não é esse pensamento de grande consolo para o nosso exílio?

Santa Catarina Labouré, a inocente filha de São Vicente de Paulo, viu Nossa Senhora nas aparições da medalha milagrosa. Era tão bela! Das mãos da Virgem, anéis de fulgurantes pedrarias irradiavam luzes esplendorosas que chegavam até a terra, simbolizando as graças e misericórdias de Maria, descendo sobre o mundo. “O vestido de Nossa Senhora – disse a vidente, com toda a sua adorável simplicidade de camponesa – era da cor do céu, quando ainda de madrugada, pouco antes do nascer do sol”. Que tocante simbolismo! A Aurora da Misericórdia anunciando o Sol do Amor! Hoje nasceu Maria. Raiou a Aurora da Salvação, tão suave e tão bela. O povo costuma cantar numa de suas trovas de devoção a Nossa Senhora do Rosário:

“Bendito e louvado seja

O Rosário de Maria

Se Ela não viesse ao mundo,

Ai” de nós o que seria”

Sim! Ai de nós, o que seria, ó Mãe de Misericórdia, se não raiasse hoje para o mundo a aurora fulgurante do vosso nascimento! Como somos felizes! “Às vezes – escreve Teresinha a Celina – surpreendo-me a dizer à Santíssima Virgem: – Sabeis que me considero mais feliz que Vós? Tenho-vos por Mãe e Não tendes por Mãe como eu uma santíssima virgem para amar!… Verdade é que sois Mãe de Jesus, mas Jesus que também é dos mortais, a nós mostrais, vos deu na cruz. Somos, pois mais ricos do que Vós ; outrora, na vossa humildade, querereis ser a escrava da Mãe de Deus e entretanto, eu pobre criatura, não sou vossa escrava, mas vossa filha! Sois Mãe de Jesus e minha Mãe”.

Que a felicidade a de ser filho de Maria! Não é esse pensamento de grande consolo para o nosso exílio?

Trecho retirado do livro: O Breviário da Confiança

Fonte: Cléofas

A VERDADEIRA RIQUEZA DA IGREJA

Muito se fala sobre a riqueza da Igreja, o ouro do Vaticano, etc. A Igreja, incumbida por Jesus de levar a salvação a todos os homens, precisa de um “corpo material”, sem o que não pode cumprir a sua missão. O Vaticano possui certa de 180 Núncios Apostólicos espalhados pelo mundo.

No último Concílio, o do Vaticano II, o Papa João XXIII reuniu cerca de 2600 de todas as nações, no Vaticano, durante 3 anos…   Que chefe de Estado faz isto? Em 1870, na guerra de unificação da Itália a Igreja perdeu o seu território Pontifício com 40 mil quilômetros quadrados; ficando apenas com o pequeno espaço de hoje com 0,44 km2, em 1929, pelo Tratado do Latrão.

Os objetos contidos no Museu do Vaticano foram doados aos Papas por cristãos e pertencem ao patrimônio da humanidade. De acordo com o Tratado de Latrão, a Igreja não pode vender ou doar qualquer bem que esteja no Museu Vaticano. Não há motivo, portanto, para se falar, maldosamente, da “riqueza do Vaticano”. Qualquer chefe de Estado de qualquer pequeno país tem à sua disposição, no mínimo um avião. Nem isso o Papa tem. Além disso, o Vaticano tem um órgão encarregado da caridade do Papa, o Cor Unum.

SAGRADA FAMÍLIA

SAGRADA FAMÍLIA - Arautos do Evangelho

Jesus, Maria, José: três perfeições que chegaram todas ao pináculo a que cada uma devia chegar; três auges que se amavam e se inter compreendiam intensamente; três perfeições altíssimas, admiráveis, desiguais, realizando uma harmonia de desigualdades como jamais houve na face da Terra.

 

A santidade, a nobreza e a hierarquia na Sagrada Família

Uma família que, realmente, não poderia deixar de ser chamada de Sagrada: Jesus é a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade,Maria a Virgem Mãe de Deus que trouxe em seu seio Nosso Senhor Jesus Cristo e São José, esposo da Virgem Maria e pai adotivo de Jesus.

Não estaria fora de propósito que, por ocasião destas comemorações recomendadas pela Igreja, pensássemos um pouco nessa Família modelo. Por exemplo, poderíamos cogitar um pouco sobre a pergunta seguinte: Como seria a santidade, a nobreza e a hierarquia na Sagrada Família?

Nessa Família nós temos a presença do Filho de Deus feito Homem. No Evangelho de São Lucas (Lc. 2, 52) está dito que o Menino Jesus "crescia em sabedoria, idade e graça diante de Deus e dos homens".

São palavras inspiradas pelo Espírito Santo e, portanto, verdadeiras. Elas nos ensinam que no Homem Deus ainda havia o que crescer. De qualquer natureza que fosse esse crescimento, era um crescimento da perfeição perfeitíssima para algo que era uma perfeição ainda mais perfeitíssima. Por outro lado, nessa Família temos também Nossa Senhora.

Se considerarmos tudo quanto Ela é, nós veremos n'Ela um tal acúmulo de perfeições criadas, que um Papa chegou a declarar: d'Ela se pode dizer tudo em matéria de elogio, desde que não se Lhe atribua a divindade. Maria foi concebida sem pecado original e confirmada em graça logo a partir do primeiro instante do seu ser. Ela não podia pecar, não podia cair na mais leve falta, porque estava garantida por Deus contra isso.

sábado, 27 de dezembro de 2014

O MONGE E O ESCORPIÃO

ScorpionMonge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão.

Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido a dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.

Foi então à margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou.

Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

— Mestre deve estar doendo muito!

— Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:

— Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.

Esta parábola nos faz refletir a forma de melhor compreender e aceitar as pessoas com quem nos relacionamos. Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro, mas podemos melhorar nossas próprias reações e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode. Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito ao próximo.

Cada qual conforme sua natureza.

Retirado do livro “Sabedoria em Parábolas”.

Fonte: Cléofas

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

BENDITO SEJA DEUS

Como é agradável a Nosso Senhor uma criatura assim resignada, humilde, paciente! É uma pérola do Coração de Jesus!

Santa Teresa se oferecia a Deus cinquenta vezes por dia, para que o Senhor dispusesse dela como quisesse, e se propunha a abraçar o que Nosso Senhor lhe enviasse, fosse a prosperidade ou a adversidade. Eis o que é importante na vida de perfeição. Só isso basta para santificar em pouco tempo uma alma. Na prosperidade, todo o mundo está disposto a conformar-se com a Vontade Divina. Na adversidade, bem poucos.

Demos graças a Deus quando a sua misericórdia nos cumula de favores e bens temporais. É muito bela a gratidão e atrai novas bênçãos do Céu! Mas… Não nos esqueçamos de que a adversidade é também uma graça, e das maiores. Se dissermos também nas adversidades? Imitemos o Santo Profeta Jó e seremos agradáveis ao Senhor.

“Um só Bendito seja Deus, nas contrariedades, dizia o Pe. João D’Ávila, vale mais do que mil orações de graças quando estamos na prosperidade e tudo nos corre bem.”

Nas alegrias e consolações? Bendito seja Deus!

Na doença ou na saúde? Bendito seja Deus!

Nas trevas ou na luz? Bendito seja Deus!

Como é agradável a Nosso Senhor uma criatura assim resignada, humilde, paciente! É uma pérola do Coração de Jesus!

 

Mons. Ascânio Brandão

Trecho retirado do livro: O Breviário da Confiança

Fonte: Prof. Felipe Aquino

É PRECISO TER FOME E SEDE DE DEUS!

É preciso desejar Deus, porque na intensidade de nosso desejo está a grandeza de nossa vida.

Santo Agostinho começa as suas “Confissões” revelando sua grande descoberta:

“A despeito de tudo, o homem, pequena parcela de vossa criação, quer louvar-vos. Vós mesmo o incitais a isto, fazendo com que ele encontre suas delícias no vosso louvor, porque nos fizestes para vós e o nosso coração não descansa enquanto não repousar em vós.” (Confissões 1,1,1)

A Igreja ensina que “o desejo de Deus está inscrito no coração do homem, já que o homem é criado por Deus e para Deus; e Deus não cessa de atrair o homem a si, e somente em Deus o homem há de encontrar a verdade e a felicidade que não cessa de procurar” (Cat. n. 27).

“SENHORA, SEDE VÓS MINHA MÃE”

Era no mês de novembro. Amarelas e secas caiam as folhas das árvores, como secas e murchas caem do coração as ilusões da vida, quando se aproxima o inverno da velhice.

Em Ávila, numa nobre casa, está agonizando na primavera da vida uma distinta e piedosa senhora: dona Beatriz Ahumada. Já os Sacerdotes, ali reunidos, rezavam as orações dos agonizantes, quando aquela senhora abriu os olhos, olhou ao redor de si e, com voz apagada, disse:

-Teresa! Chamem a Teresa!

Uma menina de uns doze anos, de singular modéstia e extraordinária formosura, penetrou no quarto e aproximou-se da cabeceira da mãe agonizante. Esta, fixando a filha, e como se Nosso Senhor lhe revelasse os futuros destinos daquela menina, exclamou: – Bendita… bendita! E expirou.

Levantando-se a menina desfeita em pranto, beijou pela última vez aquelas mãos frias e retirou-se a um aposento, onde havia um quadro de Nossa Senhora pendurado à parede.

Ali deixou correr livremente as suas lágrimas. Depois, erguendo os olhos com inefável ternura e uma fé imensa, disse do fundo da alma estas comovedoras palavras:

- Senhora, eis que não tenho mãe; sede vós a minha mãe daqui em diante.

Aquela menina, protegida da Mãe do Céu, veio a ser uma das maiores mulheres da História, S. Teresa D’Ávila, que mereceu as honras dos altares.

Tanto bem lhe adveio por haver tomado a Maria Santíssima por Mãe desde os primeiros dias de sua vida.

*  *  *

Retirado de: Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958.

Fonte: vashonorabile.blogspot

Fonte: Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA

Sabemos que Deus permite as aparições de Nossa Senhora; sendo assim, ouvimos relatos de suas aparições quase que pelo mundo todo.
Inclusive, muitas dessas aparições a Igreja já confirmou sua autenticidade.
Mas, por que Deus permite que Nossa Senhora apareça?
Veja no vídeo o que o Prof. Felipe Aquino fala sobre este assunto:

Fonte: Cléofas




INTERCEDENDO PELA CONVERSÃO DE ALGUÉM

Quando você conhecer alguém triste ou necessitado de cura, seja espiritual, física ou emocional, arme-se com a armadura de Deus (Ef 6,10-17) e peça perdão dos seus pecados.

Leia e medite (2Cor 5,17-20 e 10,4-5). Perdoe a todos os seus ofensores e, na presença ou ausência dos necessitados, ore, com muita fé, a seguinte oração:

Senhor Pai eterno, em Nome do Teu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, derrubamos, com o poder do Espírito Santo, todas as fortalezas da mentira, engano, escravidão espiritual, presunção e orgulho em (dizer o nome da pessoa).

Senhor Pai amoroso, usando a autoridade que nos foi concedida pelo Senhor Ressuscitado, vencedor de todo mal e da morte eterna, derrubamos as barreiras que se levantam em (…) contra Teu conhecimento e adoração. Senhor Pai Justo e Santo, em Nome de Cristo Ressuscitado, único Senhor do universo, nós agora expulsamos de (…) todas as trevas e influências malignas em todas as áreas do seu ser, assim como todo e qualquer domínio que Teu inimigo, Senhor, possa ser sobre (…)

Neste instante, pelo Sangue do Senhor Jesus, que está na Sua glória intercedendo por nós, libertamos (…) para que ele(a) viva reconciliando (a) Contigo, se converta, confesse seus pecados e seja, doravante, Teu (Tua) filho (a) obediente. E agradecemos-Te por isso, Senhor.

Pela autoridade do Nome onipotente do Senhor Jesus, eu quebro todo o poder de Satanás, sobre a vida de (…), reclamo sua salvação, cura e libertação de todo malefício, macumba, controle mental, insegurança, medo, para que “a sua alegria seja perfeita” (Jo 16,24) e o Sangue precioso do Senhor Jesus produza em (…), os frutos do Espírito Santo. Santa Maria, Mãe de Deus, roga por este(a) Teu(Tua) filho(a) (…), por sua conversão e libertação. Amém, Amém. (Orar o Credo).

Texto retirado do livro: Orações de Todos os Tempos da Igreja

Fonte: Cléofas

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

UMA LUZ RESPLANDECE NAS TREVAS

A mais fulgurante das luzes brilha nas trevas e oferece à humanidade a  verdadeira paz, sobretudo em nossa era crivada de guerras, catástrofes e ameaças. Junto a Maria, a José e aos pastores, no Presépio, adoremos o Menino-Deus, o Príncipe da Paz.

1 Naqueles dias, saiu um edito de César Augusto, prescrevendo o recenseamento de toda a terra. 2 Este recenseamento foi anterior ao que se realizou quando Quirino era governador da Síria. 3 Iam todos recensear-se, cada um à sua cidade. 4 José foi também da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, que se chamava Belém, porque era da casa e família de Davi, 5 para se recensear juntamente com Maria, sua esposa, que estava grávida. 6 Ora, estando ali, aconteceu completarem-se os dias em que devia dar à luz, 7 e deu à luz o seu filho primogênito, e O enfaixou, e O reclinou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria. 8 Naquela mesma região, havia uns pastores que velavam e faziam de noite a guarda ao seu rebanho. 9 Apareceu-lhes um anjo do Senhor e a glória do Senhor os envolveu com a sua luz e tiveram grande temor. 10 Porém, o anjo disse-lhes: "Não temais, porque vos anuncio uma boa nova, que será de grande alegria para todo o povo: 11 Nasceu-vos hoje na cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo, o Senhor. 12 Eis o que vos servirá de sinal: Encontrareis um Menino envolto em panos e deitado numa manjedoura". 13 E subitamente apareceu com o anjo uma multidão da milícia celeste louvando a Deus e dizendo:
14 Glória a Deus no mais alto dos Céus, e paz na terra aos homens, objeto da boa vontade de Deus" (Lc 2, 1-14).

 

Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP

I - Cristo, o centro da História

Vivemos no Século XXI e ninguém levanta a menor dúvida a este propósito, pois assim foi estabelecido, por consenso universal, o critério para elaborar o nosso calendário. Só esse fato seria, de si, suficiente para comprovar que há dois milênios e seis anos, numa gruta em Belém, nasceu o Menino-Deus com a missão de salvar o mundo. Essa é uma das provas da grande importância que todos os povos, crentes ou não-crentes, atribuíram ao acontecimento que acabou por dividir a História em dois grandes períodos: antes e depois de Cristo. Não tardaram muitos séculos para que urbi et orbe, três vezes ao dia, os sinos das igrejas ecoassem a fim de recordar e alçar seus louvores aos Céus pela Encarnação do Verbo; o Ângelus passou a ser uma devoção universal. A emoção e o júbilo pervadiram a terra e, ao longo dos tempos, na celebração do Natal, sempre ressoaram os cantos litúrgicos e as canções destinadas a manifestar a mesma alegria de há mais de vinte séculos: "Hodie Christus natus est" (1).

UMA GRANDE ALEGRIA

Assim como os pastores encontraram aquele adorável Menino reclinado sobre as palhas do presépio, nós também podemos reencontrá-Lo "reclinado" nos Tabernáculos de todo o mundo.

Clara Isabel Morazzani Arráiz

Era noite. Os pastores que apascentavam seus rebanhos tinham acabado de ouvir o anúncio da Boa Nova que o Anjo lhes fizera, e disseram entre si: "Vamos até Belém e vejamos o que se realizou e o que o Senhor nos manifestou" (Lc 2, 15). Partiram então"com grande pressa" (Lc 2, 16) para a gruta, a fim de adorar o Verbo feito carne e servir de testemunhas do grande acontecimento para as épocas futuras.

Docilidade à voz do Anjo

Ao compreenderem o significado da notícia - a chegada do Messias - os pastores haviam sido tomados de um misto de temor reverencial e de consolação, mas não duvidaram sequer um segundo. Bastou a mensagem transmitida pelo celeste embaixador para robustecê-los na fé e confirmar suas esperanças.

A BÊNÇÃO DE NATAL DO PAPA FRANCISCO

A tradicional mensagem "Urbi et Orbi" do Santo Padre para toda a Igreja

Solenidade de Natal - Bênção "Urbi et Orbi"

Queridos irmãos e irmãs, bom Natal!
Jesus, o Filho de Deus, o Salvador do mundo, nasceu para nós. Nasceu em Belém de uma virgem, dando cumprimento às profecias antigas. A virgem chama-se Maria; o seu esposo, José.
São as pessoas humildes, cheias de esperança na bondade de Deus, que acolhem Jesus e O reconhecem. Assim o Espírito Santo iluminou os pastores de Belém, que acorreram à gruta e adoraram o Menino. E mais tarde o Espírito guiou até ao templo de Jerusalém Simeão e Ana, humildes anciãos, e eles reconheceram em Jesus o Messias. «Meus olhos viram a salvação – exclama Simeão – que ofereceste a todos os povos» (Lc 2, 30-31).
Sim, irmãos, Jesus é a salvação para cada pessoa e para cada povo!
A Ele, Salvador do mundo, peço hoje que olhe para os nossos irmãos e irmãs do Iraque e da Síria que há tanto tempo sofrem os efeitos do conflito em curso e, juntamente com os membros de outros grupos étnicos e religiosos, padecem uma perseguição brutal. Que o Natal lhes dê esperança, como aos inúmeros desalojados, deslocados e refugiados, crianças, adultos e idosos, da Região e do mundo inteiro; mude a indiferença em proximidade e a rejeição em acolhimento, para que todos aqueles que agora estão na provação possam receber a ajuda humanitária necessária para sobreviver à rigidez do inverno, retornar aos seus países e viver com dignidade. Que o Senhor abra os corações à confiança e dê a sua paz a todo o Médio Oriente, a começar pela Terra abençoada do seu nascimento, sustentando os esforços daqueles que estão ativamente empenhados no diálogo entre Israelitas e Palestinianos.
Jesus, Salvador do mundo, olhe para quantos sofrem na Ucrânia e conceda àquela amada terra a graça de superar as tensões, vencer o ódio e a violência e embocar um caminho novo de fraternidade e reconciliação.
Cristo Salvador dê paz à Nigéria, onde – mesmo nestas horas – mais sangue foi derramado e muitas pessoas se encontram injustamente subtraídas aos seus entes queridos e mantidas reféns ou massacradas. Invoco paz também para outras partes do continente africano. Penso de modo particular na Líbia, no Sudão do Sul, na República Centro-Africana e nas várias regiões da República Democrática do Congo; e peço a quantos têm responsabilidades políticas que se empenhem, através do diálogo, a superar os contrastes e construir uma convivência fraterna duradoura.
Jesus salve as inúmeras crianças vítimas de violência, feitas objeto de comércio ilícito e tráfico de pessoas, ou forçadas a tornar-se soldados; crianças, tantas crianças vítimas de abuso. Dê conforto às famílias das crianças que, na semana passada, foram assassinadas no Paquistão. Acompanhe todos os que sofrem pelas doenças, especialmente as vítimas da epidemia de ébola, sobretudo na Libéria, Serra Leoa e Guiné. Ao mesmo tempo que do íntimo do coração agradeço àqueles que estão trabalhando corajosamente para assistir os doentes e os seus familiares, renovo um premente apelo a que sejam garantidas a assistência e as terapias necessárias.
Jesus Menino. Penso em todas as crianças assassinadas e maltratadas hoje, seja naquelas que o são antes de ver a luz, privadas do amor generoso dos seus pais e sepultadas no egoísmo duma cultura que não ama a vida; seja nas crianças desalojadas devido às guerras e perseguições, abusadas e exploradas sob os nossos olhos e o nosso silêncio cúmplice; seja ainda nas crianças massacradas nos bombardeamentos, inclusive onde o Filho de Deus nasceu. Ainda hoje o seu silêncio impotente grita sob a espada de tantos Herodes. Sobre o seu sangue, estende-se hoje a sombra dos Herodes do nosso tempo. Verdadeiramente há tantas lágrimas neste Natal que se juntam às lágrimas de Jesus Menino!
Queridos irmãos e irmãs, que hoje o Espírito Santo ilumine os nossos corações, para podermos reconhecer no Menino Jesus, nascido em Belém da Virgem Maria, a salvação oferecida por Deus a cada um de nós, a todo o ser humano e a todos os povos da terra. Que o poder de Cristo, que é libertação e serviço, se faça sentir a tantos corações que sofrem guerras, perseguições, escravidão. Que este poder divino tire, com a sua mansidão, a dureza dos corações de tantos homens e mulheres imersos no mundanismo e na indiferença, na globalização da indiferença. Que a sua força redentora transforme as armas em arados, a destruição em criatividade, o ódio em amor e ternura. Assim poderemos dizer com alegria: «Os nossos olhos viram a vossa salvação».
Com estes pensamentos, a todos bom Natal!

Fonte: VATICAN

Fonte: Aleteia

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

NOVENA DE NATAL 16 a 24 de dezembro de 2014

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PREPARAÇÃO PARA O NATAL

Verdades que o Católico não pode esquecer – Todo Católico deve se preparar espiritualmente para o Nascimento de Nosso Senhor

“ELE AMOU DE TAL FORMA OS HOMENS QUE ENTREGOU SEU FILHO UNIGÊNITO” Uma bela reflexão para o Natal

Belíssima reflexão retirada da Novena de Natal de Santo Afonso de Ligório:

Consideremos como o Pai eterno disse ao Menino Jesus no instante de sua concepção estas palavras: Filho, eu te dei ao mundo como luz e vida das gentes, para que busques sua salvação, que estimo tanto como se fosse a minha.

É necessário, pois, que te empenhes completamente em benefício dos homens. “Dado completamente aos homens, e inteiramente entregue a suas necessidades”.

É necessário que ao nascer padeças extrema pobreza, para que o homem se enriqueça; é necessário que sejas vendido como escravo, para que o homem seja livre; é necessário que, como escravo, sejas açoitado e crucificado, para pagar à minha justiça a pena devida pelos homens; é necessário que sacrifiques sangue e vida, para livrar o homem da morte eterna.

Fica sabendo, enfim, que já não és teu, mas do homem. Pois um filho lhes nasceu, e um menino lhes foi dado.

Aqui está – TUDO O QUE VOCÊ PRECISA MEDITAR SOBRE O NATAL – Parte III

Marcos Aurélio Vieira

Continuação do post - Aqui está – Tudo o que você precisa meditar sobre o Natal (Parte II)

A alegria de Natal é uma alegria tão delicada que ela teme em expandir inteiramente, de medo de perder a sua delicadeza e sua intimidade.

Esta é umas das genialidades do Stille nacht (Noite Feliz), a bela canção composta por um simples mestre escola alemão do século XIX, mas que passou a ser a canção de Natal de todos os séculos. Está nisso: é uma música que canta na surdina. Ela é quase feita para não acordar e não assustar o Menino.

Dir-se-ia que o coro canta porque quase não consegue deixar de cantar de tão emocionado que está, mas canta baixinho para não perturbar o Menino, e para não perturbar a canção indizível e baixinha com que Nossa Senhora está embalando a seu próprio Deus. São mil delicadezas que vibram dessa música.

PAPA DIZ QUE VATICANO SOFRE DE ‘Alzheimer espiritual’

Pontífice pediu que os cardeais façam exame de consciência.
Afirmações foram feitas durante mensagem de Natal.

O papa Francisco surpreendeu a todos nesta segunda-feira (22) com uma mensagem de Natal na qual pediu que os cardeais façam um exame de consciência ante o que chamou de "alzheimer espiritual", entre outras doenças que relacionou e que disse afetarem a Cúria.

Em seu discurso anual de uma severidade sem precedentes, o Papa falou aos membros do governo da Igreja contra as rivalidades, as calúnias e as intrigas dentro da Cúria.

O Papa afirmou que, "como qualquer corpo humano", a Cúria sofre de "infidelidades ao Evangelho" e de "doenças que precisa aprender a curar".

O QUE O PAPA FRANCISCO APRENDEU COM O PAPAI NOEL

Uma experiência contada pelo próprio Papa

Na Missa do Galo de 2010, o Papa Francisco, que naquele então era cardeal em Buenos Aires, compartilhou uma experiência inesquecível da sua vida:
“Esta é a noite das surpresas. Alguns podem pensar: como podemos buscar surpresas nesta cidade? Anteontem, tive uma que me comoveu. Os meninos de rua estavam no Obelisco, organizados pelo arcebispado, montando um presépio vivente, e na outra esquina do Obelisco estava um Papai Noel que cumprimentava as pessoas e recebia cartas. Em um determinado momento, ele atravessou a rua e disse ao organizador do presépio: ‘Posso me sentar aqui? Quero sentir o espírito do Natal’. Ele se sentou, tirou a fantasia de Papai Noel e assumiu a realidade.”

COMO SE DIVIDE OS TEMPOS LITÚRGICOS?

CICLO DO NATAL

Advento

(Advento: Inicia-se o ano litúrgico. Compõe-se de 4 semanas. Começa 4 domingos antes do Natal e termina no dia 24 de dezembro. Não é um tempo de festas, mas de alegria moderada e preparação para receber Jesus.)

Início: 4 domingos antes do Natal

Término: 24 de dezembro à tarde

Espiritualidade: Esperança e purificação da vida

Ensinamento: Anúncio da vinda do Messias

Cor: Roxa

POR QUE DEVEMOS APRESNDER A SILENCIAR?

Quem fala sem antes aprender no silêncio se arrisca a ensinar coisas erradas

“Há quem se cala por não saber falar, e há quem se cala porque reconhece quando é tempo de falar.” (Eclo 20,6)
Note como Deus fez a natureza silenciosa, calma e produtiva. Não sentimos e nem vemos a planta crescer, mas cresce sem cessar, no silêncio. Uma floresta inteira cresce sem fazer barulho. É no silêncio que a natureza produz suas maravilhas: a flor que se abre, a borboleta que deixa o casulo, a fruta que amadurece, a criança que se desenvolve, as trilhões de estrelas que brilham… A natureza não tem pressa.
Tudo acontece no silêncio, como numa bela sinfonia. É por causa do silêncio que tudo existe: a música surge do silêncio; a arte nasce dele; a inspiração, a poesia e a bela música, surgem no silêncio; nós a escutamos porque fazemos silêncio; e ela vai além de nós. Onde cessa a fala começa a música.

O QUE OS ANJOS ESTÃO FAZENDO NO PRESÉPIO?

Segundo a tradição, foi São Francisco de Assis quem deu origem aos presépios, em 1223.
O ato de montar presépios nas casas, nos lugares de trabalho ou locais públicos é uma tradição hoje em dia. De fato, o presépio é um dos sinais característicos da época natalina.
O Papa Bento XVI, na audiência geral de 22 de dezembro de 2010, disse que o presépio é uma expressão da nossa espera em Deus, do Deus que se aproxima. Mas, ao mesmo tempo, é uma ação de graças Àquele que decidiu compartilhar nossa condição humana, na pobreza e na simplicidade.
Para o papa emérito, o presépio é um testemunho genuíno da fé cristã, bem como um sugestivo ícone do amor infinito do Pai a todos nós.
Tudo isso nos leva a ver, nos elementos que integram o presépio, sinais representativos do mistério que se celebra; em palavras de Bento XVI, devem ser ícones, devem nos transportar a este mistério de fé para o qual nos preparamos no Natal: a encarnação do Filho de Deus.

MIL VEZES MELHOR QUE O “Papai Noel”: CONHEÇA A HISTÓRIA DE SÃO NICOLAU - Parte III




Como o Senhor queria chamá-lo a Si, São Nicolau pediu-Lhe que lhe mandasse os seus anjos.
Então, inclinou a cabeça, viu os anjos que se dirigiram a ele, e logo se deitou no chão, munindo-se com o crucifixo e, dizendo o Salmo “Em Ti, Senhor, esperei …” até “nas tuas mãos”, e entregou o espírito, no ano do Senhor de 343, enquanto se ouvia a melodia dos coros celestes.
Foi sepultado num sepulcro de mármore; da cabeceira brotava uma fonte de azeite e dos pés uma fonte de água; e, até hoje, tem emanado dos seus membros um óleo sagrado que restituiu a saúde a muitos.
Sucedeu-lhe um homem bom que, por invejas, foi deposto da sua cátedra; desde que foi deposto, o azeite deixou de correr, voltando a fluir logo que para ela voltou a ser chamado.

SIMBOLOS DO NATAL

Conheça aqui o significado de alguns símbolos do Natal: presépio, vela, presentes, pinheiro de natal, estrela (…).

PRESÉPIO: A palavra vem do hebraico e significa manjedoura, estábulo. Desde o final do século II, já havia representações do presépio. Inicialmente foram pintados nas catacumbas de Roma.

BOI e JUMENTO: Esta representação que nos chega dos escritos apócrifos (obra cuja autenticidade não foi provada), é uma linda lenda dos primeiros tempos do cristianismo. Nenhum dos textos do Evangelho fala da presença destes animais. Seria uma reminiscência do texto do profeta Habacuc, que diz que “o Messias se manisfestará entre os animais”. Belo texto do século VI, conhecido como o Evangelho do pseudo-Mateus, faz a descrição da cena com o boi e o jumento. Este Evangelho apócrifo teve grande impacto no imaginário popular. Estes animais representam o calor da criação que quer ver vivo tudo o que nasce e deve viver.

TRADIÇÕES DE NATAL

O Presépio
A palavra Presépio deriva do latim praesepium, que quer dizer curral, estábulo ou lugar de recolha de gado.
Conta a tradição católica que o presépio teve origem surgiu no séc. XIII, em Úmbria (região da Itália central). Foi S. Francisco de Assis que, com a permissão do Papa, criou um presépio com figuras humanas e animais, recreando o local de nascimento de Jesus, que serviu de pano de fundo para a missa de Natal desse ano. Esta representação teve tanto sucesso, que se tornou numa referência Cristã, representativa do Natal, em quase todo o mundo.
Em Portugal, o presépio tem tradições muito antigas (por volta do séc. XVII). É colocado no início do Advento sem a figura do menino Jesus, que será posta na noite de Natal, após a missa do galo. O presépio é desmontado no dia seguinte ao Dia de Reis.
Na tradição Portuguesa, as figuras que se colocam no presépio, além da Sagrada família (S. José, Maria e o Menino Jesus), dos pastores e alguns animais, e dos três Reis Magos, também encontramos figuras como o moleiro e o seu moinho, lavadeiras, membros de um rancho folclórico e outros personagens típicos da cultura portuguesa. Tradicionalmente feito de barro, podemos encontrar ainda peças de diversos materiais, desde tecido ou madeira até porcelana fina.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

COMO MANTER ACESSA A CHAMA DA NOSSA FÉ?

abrir-caminhos-financeiros“Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11,6)

A Igreja ensina que a fé é a virtude (teologal), “dada por Deus”, que nos leva a crer em Deus e em tudo o que nos disse e revelou, e que a Santa Igreja nos propõe para crer. Pela fé, “o homem livremente se entrega todo a Deus”. O cristão procura conhecer e fazer a vontade de Deus, já que “o justo viverá da fé” (Rm 1,17) e “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11,6). A fé em Deus nos leva a voltar só para Ele como nossa origem e nosso fim, e a nada preferir a Ele e nem substituí-lo por nada.

A fé é como uma chama que precisa de combustível para se manter acessa. É como uma plantinha que precisa de água todo dia, sol e adubo, para crescer a cada dia.

Para a fé viver e crescer é necessário uma vida de oração diária, de intimidade com Deus, de amizade com o “divino Amigo”, partilhando com Ele todos os sofrimentos e alegrias.

POR QUE FAZEMOS O SINAL DA CRUZ?

“É a cruz que fecunda a Igreja, ilumina os povos, guarda o deserto, abre o paraíso.”Proclo de Constantinopla, bispo

A primeira coisa que nossos pais católicos nos ensinam a fazer é o sinal da Cruz. É uma das mais belas marcas de nossa religião; é o ato que inicia e termina nossas orações particulares ou coletivas. É um sinal externo que “nos volta para Deus”.

Sua referência é bíblica. Uma delas está no livro de Ezequiel (9,3-4): “O Senhor disse: Percorre a cidade, atravessa Jerusalém e marca na fronte os que se lamentaram afligidos pelas abominações que nela se cometem.”

A marca é um tau (T), última letra do alfabeto hebraico, que tinha a forma de uma cruz. Os marcados são propriedade do Senhor, uma porção sagrada e intocável. Em Apocalipse 7,3 temos outra cena semelhante: “Não causeis danos à terra nem ao mar nem às árvores, até que selemos a fronte dos servos do nosso Deus.” Em ambos os textos, a marca na fronte significava a salvação e sem ele o homem não seria poupado.

Tertuliano (†220) escrevia no ano 211 d. C.: “Nós marcamos nossa fronte com o sinal da cruz. Quando nos pomos a caminhar, quando saímos e entramos, quando nos vestimos, quando nos lavamos, quando iniciamos as refeições, quando nos vamos deitar, quando nos sentamos, nessas ocasiões e em todas as nossas demais atividades, persignamo-nos a testa com o sinal da Cruz” (De corona militis 3).

Fazer o sinal da cruz já era um hábito antigo quando escreveu isso.

ELE VEIO PARA TODOS NÓS…

Sábios e iletrados, ricos e pobres, reis e pastores têm seu lugar de dileção aos pés do Menino Jesus

Quem se aproxima, em espírito, da manjedoura na Gruta de Belém, encontra um Menino tenro, mas cheio de vida e de luz. Contemplando-O com os olhos da fé, fica-se abismado ao considerar que ali está o próprio Deus feito homem. Sim, esse mesmo Menino mais tarde estará curando leprosos, devolvendo a vista a cegos, fazendo andar paralíticos, ressuscitando mortos ou acalmando tempestades. No final de sua vida, Ele será desprezado pelas multidões, injuriado, flagelado e pregado numa cruz. Mas ressuscitará ao terceiro dia de forma gloriosa, subirá aos céus e se sentará à direita do Pai como rei triunfante supremo. É assim que Ele deverá vir, pela segunda vez, no dia do Juízo Final, para julgar os vivos e os mortos.

Veio para os pobres...

Em sua primeira vinda, quis Jesus manifestar-Se aos homens revestido de nossa fraqueza, como débil e indefesa criança, padecendo fome, sede, frio e em tudo se assemelhando à nossa humana.

Junto ao presépio, encontraremos os pastores. Homens rudes e humildes, ocupados apenas na guarda noturna de seus rebanhos, viram-se, de repente, circundados por uma claridade divina que os encheu de grande temor. Mas logo, animados pelas tranquilizadoras palavras do anjo, correram para aquela feliz gruta onde, com grande reverência, aproximaram-se para adorar o Menino envolto em pobres panos e reclinado sobre míseras palhas.

... e para os ricos

O SONO DO MENINO JESUS

Extraímos das "Meditações para todos os dias do ano" de Santo Afonso Maria de Ligório este trecho sobre "o sono do Menino Jesus e o publicamos para a reflexão dos leitores:

Sumário: O sono do Menino Jesus era muito diferente do das outras crianças. Enquanto dormia seu Corpo, a Alma, unida à Pessoa do Verbo, velava. Desde então pensava nas penas que devia depois sofrer por nosso amor. Roguemos ao Santo Menino, pelo merecimento daquele bendito sono, que nos livre do sono mortal dos pecadores e, em vez disso, nos conceda o sono dos justos, pelo qual a alma perde a lembrança de todas as coisas terrestres.

I. O sono de Jesus Menino foi demasiadamente breve e doloroso. Servia-Lhe de berço uma manjedoura, a palha de colchão e de travesseiro. Assim o sono de Jesus foi muitas vezes interrompido pela dureza daquela caminha excessivamente dura ePresepio - Adoracao dos Pastores - Lucas Jordan (1632-1705) Museo Diocesano de Arte Sacra - Bilbao - Espanha.jpg molesta, e pelo rigor do frio que reinava na gruta. De vez em quando, porém, a natureza sucumbia à necessidade e o Menino querido adormecia. Mas o sono de Jesus foi muito diferente do das outras crianças. O sono destas é útil à conservação da vida; não, porém, quanto às operações da alma, porque esta, privada do uso dos sentidos, fica reduzida à inatividade. Não foi assim o sono de Jesus Cristo: Ego dormio et cor meum vigilat. O Corpo repousava; velava, porém, a Alma, que em Jesus era unida à Pessoa do Verbo, que não podia dormir nem ficar sopitada pela inatividade dos sentidos.

Dormia, pois, o Santo Menino, mas enquanto dormia, pensava em todos os padecimentos que teria de sofrer por nosso amor, no correr de toda a sua vida e na hora da sua morte. Pensava nos trabalhos pelos quais havia de passar no Egito e em Nazaré, levando uma vida extremamente pobre e desprezada. Pensava particularmente nos açoites, nos espinhos, nas injúrias, na agonia e na morte desolada, que afinal devia padecer sobre a Cruz. Tudo isso Jesus oferecia ao Padre Eterno enquanto estava dormindo, a fim de obter para nós o perdão e a salvação. Assim nosso Salvador, durante o sono, estava merecendo por nós, reconciliava conosco seu Pai e alcançava-nos graças.

ADORANDO O MENINO JESUS

Presépio da Igreja de San Benedetto in Piscinula, Roma

Bem junto ao Presépio, adorando o Menino Jesus, em companhia de Maria e José,  encontramos a solução para a febricitação que se instalou na Humanidade após o pecado  original. O homem passou a sentir um incontrolável anseio de ser igual a Deus: "Sereis como
deuses" (Gn 3, 5). Aí está o Deus-Menino que Se fez igual a nós para podermos ser iguais  a Deus. Veio disposto a dar sua própria vida até a última gota de sangue, e assim elevar às alturas da divindade a nossa natureza decaída. Por Ele, com Ele e n'Ele, abriu-se para nós a possibilidade de participar da divindade. De joelhos, ao Menino roguemos neste Santo Natal, pela poderosa  intercessão de Maria e José, as melhores graças para alcançar a plenitude da santidade e nos fazermos,  assim, seus irmãos por adoção, na mesma divina natureza

Fonte: Arautos do Evangelho

MIL VEZES MELHOR QUE O “Papai Noel”: CONHEÇA A HISTÓRIA DE SÃO NICOLAU - Parte II



Certo dia, alguns marinheiros que estavam em perigo, dirigiram-lhe por entre lágrimas esta oração:
‒ Nicolau, servo de Deus, se é verdade o que ouvimos a teu respeito, faz que agora o experimentemos.
Imediatamente lhes apareceu alguém parecido com ele, que lhes disse:
Eis-me aqui, pois me chamastes!
E começou a ajudá-los nos mastros, nos cabos e nos outros aparelhos da nau, e logo a tempestade cessou. Depois, quando foram à sua igreja, reconheceram-no, embora nunca o tivessem visto nem alguém lho indicasse.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O NATAL E A CRUZ

Para alguns o Natal de 1075 foi um dos mais tristes da História; para outros, um dos mais conturbados. Mas o que diria o próprio São Gregório VII se pudesse nos narrar o acontecido nesse dia?

Natais de toda a História! Quem poderá ter notícia de tudo o que aconteceu nessas mais de duas mil noites? Quantos milagres, quantas graças recebidas e quantas comunicações do Infante Jesus às almas nesses abençoados dias?

Natais grandiosa ou humildemente celebrados; em templos magníficos ou em pequenas capelas, semelhantes em pobreza à gruta de Belém. Noites Santas comemoradas em meio a uma multidão ou entre os membros de uma pequena família. No entanto, contrariando a nota tônica de alegria de todos os Natais, alguns houve que lembram os sofrimentos que Nosso Senhor Jesus Cristo quis padecer já em sua entrada neste mundo.

O QUE SIGNIFICA A COROA DO ADVENTO?

Eu Sou a Luz do mundo (Jo 12, 8)

A vela sempre teve um significado especial para o homem, sobretudo porque antes de ser descoberta a eletricidade ela era a vitória contra a escuridão da noite. À luz das velas São Jerônimo traduzia a Bíblia do grego e do hebraico para o latim, nas grutas escuras de Belém onde Jesus Cristo nasceu.

Em casa, a noite, quando falta a energia, todos correm atrás de uma vela e de um fósforo, ainda hoje.

Acender velas nos faz lembrar também a festa judaica de “Chanuká”, que celebra a retomada da Cidade de Jerusalém pelos irmãos macabeus das mãos dos gregos do rei Antíoco IV.

USAR BATINA E COLARINHO ROMANO: SIM ou NÃO?

Os padres têm mesmo a obrigação de usar o traje sacerdotal no dia a dia? Entenda melhor esta questão

A realidade é esta: muitos sacerdotes usam o colarinho romano (ou o clergyman), enquanto outros se vestem como pessoas comuns. A norma é esta: o hábito eclesiástico é obrigatório em circunstâncias normais.

Será que esta norma – reafirmada nos últimos anos – está distante da realidade e se tornou, para alguns, uma lei sem sentido? O contexto no qual vivem os padres que se vestem como uma pessoa qualquer pode ser considerado uma situação excepcional que relativiza a obrigação do seu cumprimento?

Não há dúvida de que esta é uma questão controversa, mas será que se trata de uma mera formalidade ou é uma questão essencial? Até que ponto isso é importante?

NATAL NAS TRINCHEIRAS - Conto de Natal

A única coisa que separava os dois exércitos, naquela noite fria de Dezembro de 1914, era um pedaço de terra lamacenta chamado Terra de Ninguém. De repente, um cântico rompeu o ar gelado, celebrando o Natal em alemão, e logo um outro se lhe seguiu, em inglês.

Durante algum tempo, os inimigos deixaram de se guerrear e comportaram-se como amigos. Estima-se que, nesta trégua de Natal não oficial, participaram cerca de cem mil soldados.

Foi um momento único na história da humanidade.

Os presentes tinham sido abertos e o jantar acabara. Depois de um longo passeio pelos campos cobertos de neve, o jovem Thomas aconchegou-se junto do avô e disse:

A NOITE DE LUZ DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

Santa Teresinha do Menino Jesus Em 25 de Dezembro de 1886 recebi a graça de sair da infância, numa palavra, a graça de minha conversão completa. - Voltávamos da Missa da meia-noite, na qual tive a ventura de receber o Deus forte e poderoso. Chegando aos Buissonnets, senti a alegria de ir pegar meus sapatos na lareira. Tanta alegria nos proporcionara na infância o antigo costume, que Celina queria continuar a ter-me como caçula, por ser o bebê da família… Papai gostava de ver minha satisfação, de ouvir meus gritos de alegria, quando eu retirava cada surpresa de dentro dos sapatos encantados, e o contentamento do meu querido Rei aumentava minha felicidade. Jesus, porém, querendo mostrar-me que devia livrar-me dos defeitos da infância, subtraiu-me também as inocentes alegria dessa idade. Permitiu que Papai, extenuado com a Missa da meia-noite, se enfadasse à vista dos meus sapatos na lareira, e proferisse estas palavras que me atravessaram o coração: “Afinal, que sorte ser este o último ano!…” Então, subia eu a escada para tirar o chapéu. Conhecendo minha sensibilidade, e vendo lágrimas brilharem em meus olhos, Celina também estava bem a ponto de chorar, pois me queria muito bem e compreendia minha mágoa: “Ó Teresa, disse-me ela, não desças. Ser-te-ia por demais custoso ir neste momento ver o que há nos teus sapatos”. Teresa, porém, já não não era a mesma. Jesus transformara-lhe o coração. Depois de sufocar minhas lágrimas, desci rapidamente a escadaria. A comprimir as batidas do coração, peguei meus sapatos, coloquei-os diante do Papai, e fui tirando alegre todos os objetos, com ar feliz de uma rainha. Papai ria-se, tinha também recuperado a alegria, e Celina estava sob a impressão de um sonho!… Felizmente, era uma doce realidade. Teresinha reencontrara a força de ânimo que perdera aos quatro anos e meio, e conserva-la-ia para sempre!… A partir desta noite de luz, começou o terceiro período de minha vida, o mais belo de todos, o mais repleto de graças do Céu… A tarefa que em dez anos não me foi possível desempenhar, Jesus a executou num ápice, contentando-se com minha boa vontade, que nunca me faltou. Como seus Apóstolos, poderia dizer-lhe: “Senhor, pesquei toda a noite, e nada apanhei”. Para comigo, mais misericordioso ainda, do que para com seus Discípulos, o próprio Jesus tomou a rede, lançou-a, e recolheu-a cheia de peixes… Fez-me pescadora de almas. Senti grande desejo de trabalhar pela conversão dos pecadores, desejo que nunca sentira de maneira tão pronunciada… Senti, numa palavra, a caridade penetrar-me no coração, a necessidade de esquecer-me a mim mesma, para dar prazer, e, desde então, fui feliz!…

*  *  *

Retirado de: “História de uma alma” - Santa Teresinha do Menino Jesus. Fonte: escritosdossantos.blogspot
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Fonte: Pelos Caminhos de Deus

MIL VEZES MELHOR QUE O “Papai Noel”CONHEÇA A HISTÓRIA DE SÃO NICOLAU - Parte I

São Nicolau nasceu na cidade de Patras, de pais santos e ricos.
O pai, Epifânio, e a mãe, Joana, geraram-no na primeira flor da juventude e viveram a partir de então em continência, levando uma vida de celibatários.
Diz-se que no primeiro dia em que o lavavam se pôs de pé na bacia; além disso, às quartas e sextas-feiras só mamava uma vez.
Chegando à juventude, evitava as lascívias dos outros jovens, preferindo entrar nas igrejas e decorar o que lá podia ouvir acerca da Sagrada Escritura.
Quando seus pais morreram, começou a pensar em como haveria de gastar as suas enormes riquezas, não para os louvores dos homens, mas para a glória de Deus.

domingo, 21 de dezembro de 2014

CRISTO REI DO UNIVERSO

35 O povo estava a observar. Os príncipes dos sacerdotes com o povo O escarneciam dizendo: "Salvou os outros, salve-Se a Si mesmo, se é o Cristo, o escolhido de Deus!" 36 Também o insultavam os soldados que, aproximando-se dele e oferecendo-lhe vinagre, 37 diziam: "Se és o Rei dos judeus, salva-Te a Ti mesmo!" 38 Estava também por cima de sua cabeça uma inscrição: "Este é o Rei dos judeus". 39 Um daqueles ladrões que estavam suspensos da cruz, blasfemava contra ele, dizendo: "Se és o Cristo, salva-Te a Ti mesmo e a nós" 40 O outro, porém, tomando a palavra, repreendia-o dizendo: "Nem tu temes a Deus, estando no mesmo suplício? 41 Quanto a nós se fez justiça, porque recebemos o castigo que mereciam nossas ações, mas Este não fez nenhum mal." 42 E dizia a Jesus: "Senhor, lembra-Te de mim, quando entrares no teu Reino!" 43 Jesus disse-lhe: "Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no Paraíso." (Lc 23, 35-43).

Por direito de herança e de conquista, Cristo reina com autoridade absoluta sobre todas as criaturas. Entretanto, não governa segundo os métodos do mundo.

Monsenhor Joao Cla.jpg

Mons. João Clá Dias, EP

I - REI NO TEMPO E NA ETERNIDADE

Ao ouvirmos este Evangelho da Paixão, de imediato surge em nosso interior uma certa perplexidade: por que a Liturgia, para celebrar uma festa tão grandiosa como a de Cristo Rei, terá escolhido um texto todo ele feito de humilhação, blasfêmia e dor?

Tanto mais que, em extremo contraste com esse trecho de São Lucas, a segunda leitura de hoje nos apresenta Jesus Cristo como sendo "a imagem do Deus invisível, o Primogênito de toda a criação (...) porque foi do agrado do Pai que residisse n'Ele toda a plenitude" (Col 1, 15 e 19). Como conciliar esses dois textos, à primeira vista, tão contraditórios?

Ó Sagrado Coração de Jesus, eu Vos ofereço minhas pobres orações
para que os homens reconheçam a Vossa Realeza Sagrada e o Reino de Vossa paz se estabeleça por todo o universo.

Para melhor compreendermos esse paradoxo, devemos distinguir entre o Reinado de Cristo nesta terra e o exercido por Ele na eternidade. No Céu, seu reino é de glória e soberania. Aqui, no tempo, ele é misterioso, humilde e pouco aparente, pelo fato de Jesus não querer fazer uso ostensivo do poder absoluto que tem sobre todas as coisas: "Foi-me dado todo o poder no Céu e na terra" (Mt 28, 18).

sábado, 20 de dezembro de 2014

MINHA ÁRVORE DE NATAL: UMA ORAÇÃO

Neste Natal, Senhor, eu gostaria de montar uma árvore dentro do meu coração e pendurar nela, ao invés de enfeites, os nomes de todos os meus amigos.

Neste Natal, Senhor, eu gostaria de
montar uma árvore dentro do meu coração,
e pendurar nela, ao invés de enfeites,
os nomes de todos os meus amigos.
Os amigos próximos e distantes.
Os antigos e os recentes.
Os que vejo todos os dias
e aqueles com quem raramente encontro.
Os sempre recordados e os às vezes esquecidos.
Os constantes e os instáveis.
Os das horas difíceis e os das horas felizes.
Os que feri sem querer ou sem querer me feriram.
Aqueles a quem conheço profundamente
e aqueles que só conheço um pouco.
Os que pouco me devem
e os aqueles a quem devo muito.
Meus amigos jovens e meus amigos velhos.
Meus amigos adultos e meus amigos jovens.
Meus amigos humildes e meus amigos importantes.
Os nomes de todos os que passaram pela minha vida.
Os que me admiram e estimam sem eu saber.
E os que amo e estimo sem eles saberem.
Neste Natal, Senhor, eu gostaria de
montar uma árvore de raízes profundas,
para que seus nomes jamais sejam arrancados da minha vida.
Uma árvore de ramos longos, para que novos nomes,
vindos de todos os lugares, se unam aos já existentes.
Uma árvore de sombra muito agradável,
para que a nossa amizade seja um momento
de repouso em meio às lutas da vida.
Amém.


Via
Oleada Joven

Fonte: Aleteia

DESEJO À VOCÊ


Que… “Chuvas de Bênçãos sejam derramadas abundantemente sobre ti e tua Casa“… Que… a Unção de DEUS seja como um bálsamo a envolver tua vida e te Ungir Completamente pela Glória de DEUS“… Que… “DEUS faça prosperar tudo aquilo que vier até tuas mãos, e que de uma semente cresçam milhares de árvores Frutíferas“… Que… “Todas as Promessas de DEUS sejam uma Coroa de Vitória e Vida para você como Prova da Fidelidade do teu DEUS, acerca de tudo o que Ele Fala e Cumpre“… Que… “Rios de águas Vivas corram dentro de tí, purificando, e levando tudo aquilo o que não é de DEUS“. Que…“A Glória de DEUS repouse sobre sua vida…Amém